Guitar Hero no Nintendo DS!

20 03 2008

Após passar pelo PS2, PS3, Xbox 360, Wii e PC, agora o Nintendo DS recebe uma edição exclusiva desse jogaço. Diferente dos consoles, onde a diversão ficava ainda melhor com o “joystick guitarra”, na versão do DS as coisas ficaram diferentes.

Esse é um tipo de joystick de 4 botões, que representam as notas, que você acopla no seu DS e joga com o portátil na vertical e usa a palheta especial (que já vem com o joystick) na imagem da uma guitarra, na tela inferior, para tocar naquelas notas que estão pressionadas . E eu já achava que jogar Frets on Fire (um clone do Guitar Hero pra PC) no teclado cabuloso, mas isso é mais ainda.

E segundo as más línguas, o DS com esse joystick fica mais parecendo uma sanfona do que uma guitarra!

Críticas a parte, os gráficos parecem não, estão bem definidos no portátil e a lista de músicas continuará bem variada como nos outros GH (tirando o GH:Aerosmith que sairá ainda nesse ano) com Nirvana, Ok Go e No Doubt. Mas infelizmente no total só serão 20 músicas, provavelmente pelas limitações do DS, mas se a lista for boa, fará sucesso!

E como não pode faltar, sim, aquele personagem que nunca mudou desde o primeiro Guitar Hero: Axel Steel (sim, aquele que é metaleiro!)

(Arte Conceitual)

E eu agradeceria muito se colocassem alguma música, nesse ou em algum próximo Guitar Hero original, de bandas como:
-Interpol (principalmente)
-Arctic Monkeys
-Mars Volta
-Oasis
-Pixies
-New Order
-Joy Division
-Freak Kitchen
-Bob Dylan
-Led Zeppelin
-Beatles

Vídeo no youtube
Preview na UOL





Bolo na caneca!

18 03 2008

Achei isso no blog do Marcelo Katsuki, um blogueiro famoso e polivalente da Folha. É uma receita bem simples de como fazer um bolo instantâneo, e em uma caneca! Ideal pra quem está sem tempo e paciência de fazer um bolo no forno.

Eu fiz, o meu ficou meio sem gosto(por ter posto pouco chocolate em pó), por fora parecia um brownie e a consistência parecia uma mescla de brigadeirão e muffin.

Se liga na receita:

Bolo de caneca
Você prepara na própria caneca que irá consumir e em apenas 3 minutos no microondas.

Ingredientes:
- 1 ovo pequeno
- 4 colheres (sopa) de leite
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
- 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo:
- Coloque o ovo na caneca e bata bem com garfo.
- Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
- Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
- Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.

Dicas
- A caneca deve ter capacidade de 300ml.
- A medida de colher é sempre rasa.
- Se você deseja desenformar da caneca, unte uma outra caneca com um pouquinho de óleo, mas prepare-se para o efeito ‘tubo’, hehe.
- Você pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode comer quente!
- Pensamento que me acomete nesse momento: trocar o chocolate por Clight de laranja ou de abacaxi (e reduzir o açúcar) para um ‘bolo de frutas’. Muita loucura?

O resultado:

Fonte





Bandas consideradas “gay”

15 03 2008

Olha o que me mostraram. Nesse site de cristãos fanáticos religiosos, listaram várias bandas que fazem apologia direta e indireta a homossexualidade:

The Spores (endorse suicide)
Scissor Sisters
Turbonegro
Rufus Wainwright
Merzbau
Ravi Shankar
Wilco
Bjork (mb)
Tech N9ne
Ghostface Killah
Bobby Conn
Morton Subotnik
Cole Porter
The String Cheese Incident
Eagles of Death Metal
Polyphonic Spree
The Faint
Interpol
Twisted Sister (jj)
Tegan and Sara
Erasure
The Grateful Dead (drugs too)
Le Tigre
Marilyn Manson (dark gay)
The Gossip
The Magnetic Fields
The Doors
Phish
Queen
The Strokes
Morrissey(?questionable?)
Metallica

Judas Priest
The Village People
The Secret Handshake
The Rolling Stones
David Bowie
Frankie Goes to Hollywood
Man or Astroman
Richard Cheese
Jay-Z
Depeche Mode
Kansas
Ani DiFranco
Fischerspooner
John Mayer
George Michael (texan)
Angel Eyes
The Indigo Girls
Velvet Underground
Madonna
Elton John
Barry Manilow
Indigo Girls
Melissa Etheridge
Eminmen
Nirvana
Boy George*
The Killers
Lou Reed
Lil’ Wayne
Motorhead
Jill Sobule
Wilson Phillips
DMX
Wesley Willis
Lisa Loeb
Ted Nugent (loincloth)
Dogstar
Thirty Seconds to Mars
Lil’ Kim
kd lang
Frank Sinatra
Hinder
Nickleback
Justus Kohncke
Bob Mould
Clay Aiken
Arcade Fire
Bright Eyes
Corinne Bailey Rae
Audioslave
Red Hot Chili Peppers
Panic at the Disco
The Cure (makeup)
Spin Doctors
The Deers
Lindsey Lohan
The Smiths
Beck
Tom Waits
The Cramps
Cannibal Corpse
Britney Spears(kissed Madonna)
Perfect Sin
The Queers
NoFx(gay punk)
Soup Dragons
Elton John(really gay)

Sinceramente, acho besteira ficar rotulando coisas, ainda mais quando se rotula aquelas que devem ou não ser aceitas pela religião (o que me faz afastar dela).





Show do Interpol: Frio eu?!

13 03 2008

Foi anteontem o show, mas só pude entrar hoje aqui no wordpress.

Fui com mais dois amigos pra São Paulo assistir o show do Interpol, na Via Funchal no dia 11/3 (terça). Tomamos um ônibus daqui de São José dos Campos a São Paulo ás 14h, que pelo trânsito lento demorou quase 2 horas pra chegar até a capital. De lá, minha amiga Ana tinha uma rota de metrôs anotada pra chegar fácil a Vila Olímpia.

Primeiro pegamos o que vai até a praça da Sé, de lá outro para Barra Funda até a Presidente Altino, onde quase erramos de metrô. Aí tomamos um em direção a Osasco, onde no último ponto pegamos o que vai para V. Olímpia. Bem quando chegamos a estação desejada, fomos atropelados por uma avalanche de gente que entrou no vagão, isto é, hora do rush (17h), o que nos fez descer só na próxima estação. Depois, deu tudo certo, quando retornamos a V. Olímpia com um metrô que fazia o sentido contrário. Apesar da hora do rush, aprecio metrôs!

Quando chegamos lá, 18h, já tinha um pouco de fila para entrar (a casa abria 19h30) e entramos nela. Naquela hora, comprei uma camiseta do Interpol por 20 de um cambista e deu fome, e deixamos o Erms guardando a fila e fomos comprar alguma coisa pra comer. Chegando lá, começou a chover do nada, e resolvemos comer alguma coisa lá mesmo até a chuva parar de cair. Nossa, por falta de opção, peguei um risole tão gorduroso e quente, que parecia mais um bolovo! Parei de comê-lo antes da metade de tanta gordura!

Uns minutos depois, a chuva reduziu e armei meu guarda-chuva pra voltar a fila, e voltamos com um salgado e uma coca pro Erms. Chegando lá, a fila já havia entrado e fomos direto pra Via Funchal. Na entrada, o segurança não me permitiu entrar com o lanche, mas foi legal e me deixou guardar os guarda-chuvas (o meu e da minha amiga) na minha bolsa. Lá, até pensei em deixar minha tralha na chapelaria, mas mudei de idéia e subimos direto para o auditório.

O lugar era bem amplo e bonito, ainda tinha pouca gente concentrada lá na frente do palco, tinha também umas minas fumando um baseado! Enquanto o show não começava, saí a procura do Erms, enquanto a Ana esperava ali perto, e só o achei depois de quase uma hora (ele ainda estava com o cel desligado, e eu estava puto) no meio do aglomerado de gente envolto perto do palco, ele não conseguia sair de lá, aí deixei ele lá msm e fui ficar com minha amiga.

A parte do auditório que me pareceu mais entediada foi o mezanino, que de aonde eu estava visão de lá parecia não muito boa. Ainda bem que comprei pra pista, ainda bem que não estou no lugar deles heehhe!

Após um energético caríssimo pra espantar o sono(R$ 12, tinha gosto de tubaína), e achar e bater um papo com uma conhecida minha que chegou lá ás 8h da manhã, o show começou! Para abrir o show, veio, nada mais nada menos, que Cachorro Grande, a banda de rock brasileira que mais gosto, começando no maior pique. Mas mesmo assim nem pulei muito, para guardar energia pro Interpol. Deu pra tirar umas fotos legais, ainda que o salão não estava tão escuro.

Depois desse bom começo, lá pra umas 22h e pouco, deram um tempo pra trocar os instrumentos, e nos encontramos com o primo da Ana, também chará meu, muito gente fina e ficamos trocando umas idéias.

Aí então o show de verdade começa! Com luzes negras (motivo para minhas fotos sairem meio desfocadas ¬¬) e a imagem da capa do novo cd deles no telão de fundo, a banda entra. A primeira coisa de diferente que notei neles, foi a mecha loira no topete do baixista Carlos Dengler (homenagem ao chimbinha, hahahha), o baterista Sam Fogarino, que parecia mais bombado (não é a toa que sempre a cara do Van Damme) o tecladista, que não conhecia antes e não sei o nome (parecia mais o Santos Dummont!).

Começaram com a Pioneer To The Falls, a primeira do novo CD, um começo perfeito, e depois foram para as mais agitadas como Evil, NARC, Say Hello tho the Angels(minha favorita), Obstacle 2(mas não tocaram a Obstacle 1), Mammoth. A platéia estava agitada comparada a suposta “frieza” dos integrantes do Interpol, mas eu não achei eles tão frios assim, principalmente o Carlos, que mandou muito bem no baixo e até fez algumas manobras (bem na hora que não pude filmar) e o Daniel Kessler (guitarra), o mais animado dos três (da onde eu estava, mal conseguia vê-lo…).

A única música que deixou o povo morno foi a Lighthouse, a última e mais depressiva do novo cd, que felizmente não era a última do setlist do show (é, foi boa pra descansar um pouco de tanto pular e gritar). Aí o pique voltou com a Heirich Manuever, Stella was a Diver, No I in Threesome e pra terminar a PDA.

Após o show, Paul Banks falou “uau”, agradeceu a presença dos fãs e até mandou beijos pra todos (discretamente)! Não houve encore, mas devo adimitir que os caras são muito melhores ao vivo, independente se eles são “frios” ou não! Frieza também é uma característica crucial da Polícia Internacional, qualquer semelhança é mera coincidência!

Depois do show, ás 0h30, eu e a Ana demoramos pra achar o Erms e fomos embora. O ruim é que ela tinha carona, e ainda não tinha espaço pra eu e o Erms… Tivemos que, sem opção, pagar um taxi (caro! R$ 50) até a rodoviária. Esperamos lá até as 5h da manhã pra ter ônibus pra São José. Ficamos enrolando até lá, e não caí de sono ainda!

Como hoje já é 13/3, e tem Interpol no Rio, aconselho a quem mora em Belo Horizonte a ir no show, no dia 15/3, mas só não gastem suas energias com a banda de abertura ok?

Acredito que depois desses shows, o Interpol venha a tocar nas rádios. Más línguas falam que bandas boas quando ficam famosas viram um lixo com a fama. Eu não penso assim, bandas e cantores ruins conseguiram sucesso graças as suas produções ruins e grudentas nas últimas décadas, tomando o lugar de outras melhores, pelo fato de serem grudentas.

Mas Interpol faz parte de uma nova geração de bandas interessantes que podem virar “pop” sem perder a jinga. Melhor isso, do que se manter ou entrar para a obscuridade e acabar do nada, como tantas bandas legais do passado.

Fala sério, sem ofensas, mas nunca havia visto tantos indies em um lugar só!

Um trecho da Pioneer to the Falls e Not Even Jail





Camisetas legais!

10 03 2008

Se você está em um momento sofrível de falta de criatividade (como eu), preste atenção nos modelos abaixo! Ahem! não digo nos caras que posam nas fotos, mas sim nos desenhos das camisetas, sacadas legais que podem ser expressadas livremente em estampas!

WWF, boa sacada! (ningúem percebeu que pandas também são Black Metal?)

Guitar Hero anywere!

Revolucíon!

Beets: me lembrei na hora do Doug Funnie (ah, bons tempos aqueles!)

Arcade Noé ficaria melhor que Noah’s Arcade

Wally! Não é só no orkut que te achamos!

Mexico, confesso que não gosto da minha barba, mas ainda beme que não sou americano, rsrs

Uma das minhas músicas favoritas deles!

Bah, prefiro manteiga!

Fonte





Final alternativo de “Eu sou a Lenda”

7 03 2008

CUIDADO! O conteúdo abaixo contém spoilers, se você viu o filme, prossiga!

CUIDADO DE NOVO! Isso é meio hype, mas é obrigatório pra quem já viu o filme!

Eu vi o Eu sou a Lenda, nos cinemas (sou mais o escurinho do cinema do que essa tela pequena que já vejo todo dia) antes de morrer de desgosto com o Cloverfield. Eu adimirei bastante aquele filme, principalmente a atuação do Will Smith, e até mesmo de Alícia Braga (que não sabia absolutamente nada sobre Bob Marley), naquele ambiente vasto tenebroso e vazio de NY após uma infecção que tornou todas pessoas que sobraram na cidade mutantes vampíricos e animalescos (confesso que achei esses monstros muito bregas).

Caiu como uma bomba na internet ontem, uma versão alternativa cena final do filme com um final feliz, no lugar daquela em que o cientista Robert Neville(Will Smith), Anna (Alícia Braga) e seu filho se encontram cercados no laboratório pelos mutantes, dividos apenas por uma porta de vidro blindado.

Com os mocinhos, se encontra uma mulher infectada pelo vírus, sedada e presa em uma maca. Enquanto eles se borravam de medo e tentavam achar uma saída, o “mutante-chefe” não parava de berrar e estava quebrando aos poucos o vidro com o próprio corpo, até perceber que a infectada estava do outro lado.

O monstro para e olha fixamente para ela através do vidro. Nesse instante, Neville toma coragem, e insiste para Anna abrir a porta blindada e empurra a infectada na maca para o mutante-chefe, que impede os seus comparsas de atacar o cientista.

Nesse instante, Neville tira de uma gaveta da maca, uma amostra do antídoto e injeta na mulher (e tambem pode ter tirado uma amostra do sangue da mesma), e a reanima. O monstro reconhece ela, os dois trocam rápidas carícias , e ele a pega no colo e vai embora com os outros.

Depois Neville, Anna e o moleque saem da cidade de carro para curar os infectados e tambem achar aqueles que ainda não foram infectados pelo vírus.

Bom, esse seria o final de Eu sou a Lenda, onde só os três ainda não foram infectados pelo vírus, o que contradiz o final na versão atual, onde Anna foge para as montanhas para uma fortaleza de refugiados que não haviam sido infectados, com uma amostra do sangue daquela criatura que foi curada pelo antídoto no laboratório. E Neville morre com os monstros ao se jogar com uma granada neles e explodir tudo.

Não sei qual desses finais é o melhor, mas de qualquer forma, acho aquele filme muito triste, quase chorei quando Neville teve que matar o cachorro dele que tembém foi infectado.

Se não aparecer o vídeo nesse post, veja por este link, acho que é o último link que funciona na internet, assim como Neville em NY!

Já extinguiram todos os uploads desse vídeo no YouTube…
Se não puderem ver, essa cena com certeza vai ser incluída no dvd do filme, e em uma definição melhor, claro! Espero que a mantenham também na versão brasileira do dvd.





Cachorro Grande abre pro Interpol em SP!

5 03 2008

Vi hoje no site da banda de rock brasileira, Cachorro Grande, vai abrir o show pro Interpol dia 11/3 na Via Funchal. Já apostava neles para abrir, ainda que sou fã, já que em Minas me espantei quando ouvi falar que uma banda chamada Tianastácia ia abrir pra eles lá (não é por nada, mas o estilo deles não tem muito a ver com Interpol).

Cachorro Grande

Pra quem ainda não conhece Cachorro Grande, é uma banda gaúcha formada em 99, por:
Beto Bruno (voz), Marcelo Gross (guitarra), Jerônimo Bocudo (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (piano), em Porto Alegre, RS.Suas músicas têm influências desde o pop-rock nacional ao britpop, com letras românticas e de protesto (as que mais me atraem).

Álbuns da banda:

Cachorro Grande – 2001
As Próximas Horas Serão Muito Boas – 2004
Pista Livre – 2005
Todos Os Tempos – 2007.

    Pelo som que eles fazem, a abertura promete (mas claro que não vai me tirar a atenção do Interpol!)

    Site oficial
    Myspace

    Vai ser um show e tanto!





    2 olhos a mais fazem a diferença no ser humano

    4 03 2008





    Show do Interpol em SP

    4 03 2008

    Isso!

    Vai ter show da banda americana Interpol em Sampa!

    Local: Via Funchal – São Paulo/SP
    Data e horário: 11/3 ás 21h30
    Preço: R$ 100 (pista)
    Local: Fundição Progresso – Rio de Janeiro/RJ
    Data: 13/3
    Preço: R$ 100

    Local: Chevrolet Hall – Belo Horizonte/MG
    Data e horário: 15/3 ás 22h00
    Preço: R$ 100

    E algum de vcs me pergunta: “Interpol? Q iço? Puliça?”. Errado, é uma banda de indie rock americana, nascida em 98, com influências fortes do new wave e pós-punk (mesmo sem rótulos óbvios, as más línguas insistem em compará-lo com o Joy Division), com tons mais sérios e discretos, e letras um tanto reflexivas.
    Apesar de ser uma banda que passa meio que despercebida do pop, ela foi bastante elogiada pela mídia especializada (principalmente a européia), onde após alguns EPs, fizeram contrato com a gravadora Matador em 2002, e lançaram o seu primeiro álbum, Turn On The Bright Lights no mesmo ano.

    Dois anos depois veio o Antics (meu favorito!) e em 2007, assinaram um contrato com uma gravadora mais poderosa, a Capitol Records, e lançaram o Our Love to Admire, o qual será o anfitrião desse show de SP.

    Pelo o que vi até agora na comunidade do Interpol no orkut, até agora os ingressos pra pista estão sobrando, e ainda não achei nenhuma van ou caravana pro show aqui na minha cidade (já que a maior parte dos interessados desistiu aqui). Qualquer agência de turismo e rádio que eu ligava, só falava: “Só tem pro show do Iron Maiden”. Não gosto de metal pesado, mas posso adimitir que eles são hype!

    Mesmo assim eu garanto que vai ser um ótimo show, porque o preço é bem favorável, o local é legal, os caras são ótimos ao vivo!

    Myspace da banda
    Site da turnê no Brasil

    Possível setlist(baseada no show de 21/2 em Sydney, Austrália):

    Pioneer to the falls
    Obstacle 1
    C’Mere
    NARC
    Pace is the trick
    Say hello to the Angels
    Hands Away
    Mammoth
    No i in Threesome
    slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Maneuver
    Not Even Jail
    Untitled / NYC
    Stella was a drive and she was always down
    PDA





    Greetings Citizens…

    4 03 2008

    Você que navega e navega pela web e não acha nada interessante pra saber sobre, aí acabei abrindo mais um blog…

    Eu sou B.C., um tipo de cara que é mais conhecido pelo que faz do que pelo que é. Gosto de coisas curiosas e específicas, como:

    • usar o “tema clássico” do Windows até mesmo no Windows Vista;
    • Prestar mais atenção na banda tocando do que nas notas no Guitar Hero;
    • Gostar mais do Sonic do que da SEGA (e com razão);
    • Curtir bandas que já foram famosas e que viraram moda há muito tempo, e que hoje não são mais o tanto de antes (como Guns n’ Roses, Kiss, Nirvana, Beatles, etc.);
    • Por não ter saco de por livros de auto-ajuda;
    • Por dar boas risadas com aquela novela dos mutantes da Record (que até que é inovadora pra uma sequência de tramas amorosas iguais sempre no Rio);
    • Por ser ao mesmo tempo nerd e um pouco de tudo;
    • Por ser… ah, chega de spoilers!

    Mas não pára por aqui, me passaram aqui uma cantora brasileira Folk muito boa. Ela se chama Mallu Magalhães, e com 15 anos, tem uma voz surpreendente (além de tocar bem a guitarra):
    http://www.myspace.com/mallumagalhaes

    Ela também já foi entrevistada na MTV e no Altas Horas, e tem planos de cantar músicas em português (sem bem que acho que fica melhor em inglês, sei lá pq). Quando crescer ela vai virar uma cantora de sucesso, seja hype ou não.

    Que seja, ela é demais!