Pringles caseiro!

1 03 2009

Estava navegando pelo youtube em busca de alguma coisa realmente curiosa, até achar isso:

Só pra constar: ISSO NÃO É UM JOGO OFICIAL DA PRINGLES, é um fangame (jogo feito por fã) caseiro feito exclusivamente para o Genesis (a.k.a. Mega Drive), da SEGA. Me antraí principalmente pelos gráficos e cores, superiores á muitos jogos da era 16 bit.

Jogos caseiros para consoles antigos como Genesis, Super Nes, Gameboy Advance e até para o atual Nintendo DS, se tornaram uma tendência  muito popular entre os programadores de jogos amadores e profissionais.

Se quiser saber mais, veja o canal de vídeos da criadora AnalYoGirl, ou o site oficial (em japonês). Além deste game, ela faz experimentos tanto de programação quanto hardware com o Megadrive.





Presentes bizarros!

17 12 2008

Fim de ano, época de férias, natal, ano novo… e também de amigo/inimigo secreto!

Pois é, achei um site americano cheio de presentes bizarros, que vão desde os mais nojentos a curiosos:

Se você não gosta de gelo na bebida, que tal um barquinho?

Se você não gosta de gelo na bebida, que tal um "barquinho"?

Tatuagem para quem não quer se tatuar

Tatuagem para quem não quer se tatuar

Cortou o dedo? Se você usar isso, vai querer arrancá-lo... com os dentes!!!

Cortou o dedo? Se você usar isso, vai querer arrancá-lo... com os dentes!!!

Agora sim Jesus estará sempre contigo!

"Agora sim" Jesus estará sempre contigo!

Uma maneira melhor de se entreter no trono.... ali estão escritos protestos contra o Governo Americano!

Uma maneira melhor de se entreter enquanto passa um fax....

Ping pong mecânico

Ping pong mecânico

Faqueiro masoquista (já vi um desses em São Paulo - SP)

Faqueiro masoquista (já vi um desses em São Paulo - SP)

Acerte com a arma laser o centro do alvo para o despertador parar de apitar!

Acerte com a arma laser o centro do alvo para o despertador parar de apitar!

O Grito.... de pelúcia!

O Grito.... de pelúcia!

Déjà vu

Déjà vu

Essas e outras no stupid.com





Show do Vanguart no Hocus Pocus: err… cadê eles?!

19 08 2008

Ahá, finalmente venho falar de alguma coisa relacionada a um show que fui, só que dessa vez fui com mais gente, e claro, me diverti bem mais do que das outras vezes até agora!

No sábado passado (16/08), soube que no Hocus Pocus (o único “moquifo” alternativo de São José dos Campos – SP) ia ter Vanguart, uma banda alternativa de folk rock, de Cuiabá/MT, a qual gostei na primeira pela música Semáforo:

Meu sábado também foi metrossexual, o qual fiz limpeza de pele e cortei meu cabelo. Eu falei pro meu cabeleireiro fazer igual a ao do Liam Gallagher do Oasis, mas preferi manter o boné na cabeça no show após ver q ficou curto demais >.<.

E finalmente chego no Hocus Pocus cedo, tipo umas 9h40, ainda que o show tava marcado para antes das 10h, isto é, as bandas que dariam abririam pra eles. Se fosse só uma banda, o show só começaria ás 1h da manhã! Um tempo depois, achei de surpresa 3 amigos meus, o Thiago, o Vanço (estudou comigo, tava meio sóbrio), o Erms e o André, que conheci na hora rs, e saímos pra beber alguma coisa. Quando voltamos com as garrafas vazias e tacamos as no chão (só digo uma coisa, com o tanto de cacos de vidro lá na calçada do Hocus Pocus, jamais ande descalço por lá, conselho de amigo), encontrei a Ana Lígia e o primo dela, meu chará, e zoamos um pouco: deboch… digo comentamos sobre as vestimentas de alguns indivíduos de lá, comentamos sobre o próximos shows que, se o deus do Rock quiser, iremos rs. Na fila, também tomei uma mistura de Sprite com Smirnoff Ice, a qual senti um gosto gritante de álcool de cozinha! Na hora cuspi, mas nem achei tão ruim assim depois rs


Depois de um tempo, a Ana Lígia e o primo dela foram embora e nós entramos. Para minha surpresa já tinha uma banda tocando e pra variar, Regra de 3, fazendo cover de Beatles razoável.

Depois, entrou uma banda de pop punk chamada Ímpar, a qual zoamos que parecia o Jonas Brothers! Era legal, mas foi cansativo de tantas músicas que tocaram (o baterista deles que o diga, o cara até não queria mais tocar rs). Fecharam com um cover de Foo Fighters a qual me esqueci a música, e não conseguia ouvir a voz do vocalista pelo alto volume daa guitarra e baixo. Nessa parte rolou muita roda punk!!!

Vanguart agora? Nããão… Pedra de Nego! Uma banda com uma temática do candomblé, com um estilo entre o rock e o soul/funk (com grandes influências do Tim Maia), foi o que mais me divertiu no show inteiro. O vocal cantou até sem microfone e demonstrou uma atuação perfeita, e ainda headbanging homérico com seus dreads. Pedra de Nego, é uma banda bem nova pelo o que eu vi, não achei Myspace, Last.fm, e afins. Apenas uns vídeos pelo ussonância no Youtube(o grupo que contrata os artistas pra tocar no hocus). Eu estava lá na frente junto com a galera, e quase fui acertado pelo braço da guitarra do guitarrista, que fazia solos vertiginosos!


Depois do Pedra, as 3h, no intervalo, começou a tocar a Juicebox do Strokes, a qual nos motivou a fazer uma roda pu… ou melhor uma “roda indie”, tanto que quase acabou em briga, quando acertamos a namorada de um cara que levou a sério e deu um soco no André, que ficou tonto e não conseguia nem enxergar na hora.

Ele sumiu e fui procurá-lo, e também perdi todo mundo, assim também como perdi o resto do Vanguart. Eu simplesmente não conseguia mais chegar lá na frente, justamente por causa de um casal de gordos, não é nem por isso, mas gente folgada, cega e surda, a qual eu urrava e nem davam bola. Saí de lá puto, antes de me jogar contra eles e expressar a minha raiva da pior forma!
Eu simplesmente perdi o Erms de vista, ele poderia estar encurralado naquele espaço claustrofóbico da platéia massiva, e fui embora com o resto dos caras. Já era umas 4h30.

Fomos embora á pé. Pensei que havia ter porrada depois por causa do soco que o André tomou, mas nem rolou nada. Era uma madrugada vazia, onde eu só via mendigos, pessoas que acordam cedíssimo pra viajar, e carros voltando de baladas gritando pra qualquer um que via na rua circulavam perante semáforos que trocavam de cores sem nenhuma intenção de regular o trânsito… nada de ônibus, zumbis, lobisomens, vampiros, como nossos pais nos botam medo pela cabeça (traduzindo: marginais, estupradores, blitz…).

Até o supermercado que funcionava 24hrs não estava funfando, foi uma caminhada a lá Forest Gump, onde cheguei em casa só 6h, tomei café e caí na cama…

Só fui saber hoje que o Erms, ficou no show e ganhou uma baqueta autografada no camarim! Bom, da próxima eu fico, mas só se for um show de uma banda só!

E isso é tudo pessoal!





Eduardo e Mônica: Guerra dos Sexos

15 08 2008

Achei um artigo muito engraçado e interessante com uma análise que detona a “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana. Por ela vemos que o tal “Eduardo” não é o desleixado e “Mônica” não é a culta assim como a letra cita, além de várias antíteses óbvias e tampouco possíveis para a compreensão crítica!

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum “Dois” da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, “Festa estranha” significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. “Gente esquisita” é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal “festa legal” em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em “E a Mônica riu” nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se “quis saber um pouco mais” leia-se” quis dar para”! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo “boyzinho” que tentava impressionar”! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como “boyzinho”. Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo “menina” para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar “iéis”, “nou” e “mai neime is Eduardo”! Incomoda como são usadas as palavras “ainda” e “aulinhas”, para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão “do Bandeira”. Francamente, “Bandeira” é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar “Êta” com “Tiêta” e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola – cinema – clube – televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse “bar da esquina – terreiro de macumba – sauna gay – delegacia”?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.

2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.

3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até… Renato!

Autor: Adolar Gangorra
Fonte:http://whiplash.net/materias/humor/000128-legiaourbana.html

Para descansar um pouco a vista, também achei a Eduardo e Mônica, versão “Geek”

Eduardo noob e Mônica l33t

Eduardo "noob" e Mônica "l33t





Kiss FM – uma rádio só de Rock!!!

25 05 2008

Cansado de só ouvir aquelas mesmas bandas e cantores que já deram no saco, no trânsito, no trabalho, na faxina e etc?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!!!!!

Hoje em dia fazer merchandising de coisa decente é tão difícil quanto achar uma rádio que toque música decente, como rock clássico, blues e pós-punk. Para quem mora na grande São Paulo e algumas outras cidades, você tem a rádio rock Kiss FM toca só musica boa.

Tem clássicos do rock desde os 60 á atualidade, como Jimi Hendrix, Eric Clapton, Joy Division, Whitesnake, e outros mestres do passado que, felizmente, estão fora das paradas pop e “hits” grudentos das grandes rádios que todo mundo ouve ou tem que aturar. Fora todas essas playlists, temos as notícias mais importantes do mundo do rock e coberturas dos melhores shows do gênero!

Para sintonizar on-line acesse já:
http://www.kissfm.com.br/ouca-ao-vivo.php

Ou pela rádio, nas seguintes cidades:
São Paulo-SP 102,1FM
Brasília-DF 94,1FM
Campinas-SP 107,9FM
Litoral de SP 90,1FM

Além disso, a Kiss-FM também promove e anuncia eventos para grandes shows como a turnê do Nazareth (40 anos de estrada), onde você poderá concorrer prêmios como ingressos reservados para eles!!!

O ruim é que outras cidades ainda estão de fora, o vale do paraíba onde abriga cidades como São José dos Campos (onde moro) e Taubaté. Acredita que umas rádios famosas daqui nunca ouviram falar de Interpol, Editors, Joy Division???

Errata:
Nesse post (um dos primeiros do Hypeout), o leitor Petronio L. me informou sobre os álbuns do Cachorro Grande que postei errado, eu havia posto algumas singles deles como se fossem os álbuns da banda. Valeu cara!





Pós-emo: mais do mesmo…

11 05 2008

Ex-emos migram para a tribo adolescente ‘from UK’
Cansados do preconceito, jovens criam nova moda inspirada no Reino Unido.
Cabelão armado e popularidade na internet são preocupações desta turma.
Inspirada nos jovens descolados do Reino Unido, essa turma é mais preocupada em manter o visual e a popularidade na internet do que se entristecer com rock dor-de-cotovelo.

Não à toa, a moda dos pós-emos não passa despercebida. Nos cabelos, em geral tingidos de preto, a franja ainda é um traço marcante. As meninas acrescentam à base superarrepiada apliques ultralisos. Já os rapazes adotam um “mullet” desestruturado, mantido às custas de muita de chapinha – recurso a que eles recorrem sem o menor pudor…

Notícia completa no G1
Sério, parece pura perda de tempo para procurar motivos para zoar ou entrar na onda dessas novas tendências, mas eu gosto de analisar essas características diferentes das tribos modernas nascidas com as mais variadas culturas, principalmente a música.
eu tenho queda por garotas from UK!!!
Depois da “era das trevas” do Rock, com bandas grudentas e medíocres (algumas delas de “new metal”), as novas bandas começaram a voltar um pouco ás origens do bom e velho Rock alternativo dos 60 aos 80 como o pós-punk e o heavy metal.


Agora com menos drogas, heresias e anarquismo como antes(ainda com sexo claro!), as bandas de rock alternativo resgatam quase tudo do bom e do melhor dos clássicos e combinam com aquilo que deu certo nas novas, formando assim um novo estilo de música e vida, um roteiro completo para seus adeptos fortalecerem seus relacionamentos sociais, e ainda diversificar suas preferências musicais.

Cabelos extravagantes, camisetas listradas ou com estampas cult, cintos de rebite, maquiagem, jeans apertadíssimo, allstars, braceletes, maquiagem (até pra meninos)… artigos que vão desde o punk a tendências metrossexuais. Isso tudo não é nada original, mas sim uma herança de cada estilo que passou por esses últimos anos.

Nunca fui adepto de uma só tribo, porque sempre fui seletivo (um eufemismo de “anti-social”), mas para mim eles continuam com detalhes evidentes das tribos anteriores. Não é de agora que esse estilo “indie” (relacionado ás bandas de rock independente que surgem a cada dia, principalmente na Inglaterra) está no ar.

Você deve estar pensando assim: “é tudo puta e viado”, mas pense comigo, com tanta gente perigosa aí que adota a violência como estilo de vida, “putas e viados” são bem melhores e amigáveis!

Mas uma coisa que sempre nos preocupou e ainda preocupa, não só sobre esses seguidores, e como aquelas estrelas acabam na pior, mesmo usando isso como pretexto para chamar a atenção da mídia:

Amy Winehouse:

atualmente e como era antes das brigas com o marido, barracos, drogas, e etc…

Pete Doherty:


Após abandonar o The Libertines com muitos desentendimentos e relações conturbadas com seu ex-parceiro Carl Barat, e mesmo se equilibrando na sua nova banda Babyshambles, se meteu em diversas encrencas como dívidas com traficantes (e ainda tentou disfarçar isso na mídia como um suposto “assalto”), excesso de álcool, prisões e por aí vai.

O pior de tudo é que alguns fãs tentam imitar e usar isso como desculpa para os seus problemas pessoais com a família e o mundo, como um caso de suicídio de uma fã do My Chemical Romance, na Inglaterra.

Contudo, a moda é um ciclo vicioso.





VOCÊ NÃO SABE O QUE PERDEU

13 04 2008

Aeee galera do róquiii!!!

Ontem(11/4) teve o show do Cachorro Grande aqui em São José dos Campos, no lugar mais apertado de todos, o Hocus Pocus. Vamos direto a história:

Depois de perder os show do Moptop e da Mallu Magalhães aqui, por falta de companhia, eu finalmente havia conseguido chamar um amigo pra ir semana passada, até compramos ingressos. Infelizmente, ele me avisou quinta a noite que não iria mais (mesmo com o ingresso que ele mesmo comprou, que desperdício) e mais uma vez fico naquela aflição de não poder ir num show foda por falta de companhia.

Ontem a tarde uma amiga que conheci no show do Interpol no mês passado me chamou pra ir com ela e os amigos dela no show as 22h (horário de início), pronto, já levantei minha auto estima.

Cheguei lá no Hocus Pocus umas 21h30, e nem sinal da mina, sentei na calçada entediado, até que um carinha estava do meu lado do mesmo jeito. Larguei a timidez de lado e puxei assunto com ele, pronto, fiz um amigo e consegui uma companhia ^^.

Deu 22h e entramos na casa, ainda não tinha muita gente, o lugar era pequeno, ainda mais o auditório que também era muito abafado (junta o calor humano + fumaça de cigarro = aquecimento global instantâneo XD), e enquanto a banda não entrava, tocava rock alternativo que tanto gosto (Franz, Arctic Monkeys, Strokes, Bloc Party, Interpol, Editors, Juliette and the Links, The Cure, entreoutros).

Pra vc ter noção, foram 3h de espera pro Cachorro Grande entrar no palco, só não peguei no sono por causa de um redbull o qual tive que arriscar minha carteira. Fora isso, até o Vanguarda Mix, um programa jovem da TV Vanguarda aqui do Vale do Paraiba entrevistou e tentou animar a galera. Acho que até apareci fazendo chifrinho no entrevistador mala (um mala fazendo chifrinho no outro… nonsense).

Depois de tanta espera, finalmente a Beto Bruno no vocal e seus comparsas com o resto da instrumentagem, todos com suas latinhas de cerveja entram pra tocar. Começam com as músicas mais famosas (incluindo as do novo CD) como Desentoa, Bom Brasileiro e a famosa Deixa Fuder!

Meu sono passou com a pulação e mais algumas músicas do novo cd e do penúltimo (Pista Livre), e até perdi a conta de quantas pessoas eu pisei no pé, teve até empurra-empurra, e eu entrei na roda. Pra terminar tocaram 2 do primeiro de 98(eu acho) as quais não conhecia, e um encore com a “Você não sabe o que perdeu”!

E outra, soube que poderá ter Franz Ferdinand no Brasil ainda esse ano por esse site.
Eu irei nem que me amarrem, me ponham num caixão e me joguem num barranco.

Por último, fiz um desenho em um momento de tédio profundo enquanto não tinha nada pra fazer no meu serviço (serviu também pra treinar um pouco de photoshop):
Deviant ARt
(Clique na imagem para vê-la em tamanho real)





Final alternativo de “Eu sou a Lenda”

7 03 2008

CUIDADO! O conteúdo abaixo contém spoilers, se você viu o filme, prossiga!

CUIDADO DE NOVO! Isso é meio hype, mas é obrigatório pra quem já viu o filme!

Eu vi o Eu sou a Lenda, nos cinemas (sou mais o escurinho do cinema do que essa tela pequena que já vejo todo dia) antes de morrer de desgosto com o Cloverfield. Eu adimirei bastante aquele filme, principalmente a atuação do Will Smith, e até mesmo de Alícia Braga (que não sabia absolutamente nada sobre Bob Marley), naquele ambiente vasto tenebroso e vazio de NY após uma infecção que tornou todas pessoas que sobraram na cidade mutantes vampíricos e animalescos (confesso que achei esses monstros muito bregas).

Caiu como uma bomba na internet ontem, uma versão alternativa cena final do filme com um final feliz, no lugar daquela em que o cientista Robert Neville(Will Smith), Anna (Alícia Braga) e seu filho se encontram cercados no laboratório pelos mutantes, dividos apenas por uma porta de vidro blindado.

Com os mocinhos, se encontra uma mulher infectada pelo vírus, sedada e presa em uma maca. Enquanto eles se borravam de medo e tentavam achar uma saída, o “mutante-chefe” não parava de berrar e estava quebrando aos poucos o vidro com o próprio corpo, até perceber que a infectada estava do outro lado.

O monstro para e olha fixamente para ela através do vidro. Nesse instante, Neville toma coragem, e insiste para Anna abrir a porta blindada e empurra a infectada na maca para o mutante-chefe, que impede os seus comparsas de atacar o cientista.

Nesse instante, Neville tira de uma gaveta da maca, uma amostra do antídoto e injeta na mulher (e tambem pode ter tirado uma amostra do sangue da mesma), e a reanima. O monstro reconhece ela, os dois trocam rápidas carícias , e ele a pega no colo e vai embora com os outros.

Depois Neville, Anna e o moleque saem da cidade de carro para curar os infectados e tambem achar aqueles que ainda não foram infectados pelo vírus.

Bom, esse seria o final de Eu sou a Lenda, onde só os três ainda não foram infectados pelo vírus, o que contradiz o final na versão atual, onde Anna foge para as montanhas para uma fortaleza de refugiados que não haviam sido infectados, com uma amostra do sangue daquela criatura que foi curada pelo antídoto no laboratório. E Neville morre com os monstros ao se jogar com uma granada neles e explodir tudo.

Não sei qual desses finais é o melhor, mas de qualquer forma, acho aquele filme muito triste, quase chorei quando Neville teve que matar o cachorro dele que tembém foi infectado.

Se não aparecer o vídeo nesse post, veja por este link, acho que é o último link que funciona na internet, assim como Neville em NY!

Já extinguiram todos os uploads desse vídeo no YouTube…
Se não puderem ver, essa cena com certeza vai ser incluída no dvd do filme, e em uma definição melhor, claro! Espero que a mantenham também na versão brasileira do dvd.





Greetings Citizens…

4 03 2008

Você que navega e navega pela web e não acha nada interessante pra saber sobre, aí acabei abrindo mais um blog…

Eu sou B.C., um tipo de cara que é mais conhecido pelo que faz do que pelo que é. Gosto de coisas curiosas e específicas, como:

  • usar o “tema clássico” do Windows até mesmo no Windows Vista;
  • Prestar mais atenção na banda tocando do que nas notas no Guitar Hero;
  • Gostar mais do Sonic do que da SEGA (e com razão);
  • Curtir bandas que já foram famosas e que viraram moda há muito tempo, e que hoje não são mais o tanto de antes (como Guns n’ Roses, Kiss, Nirvana, Beatles, etc.);
  • Por não ter saco de por livros de auto-ajuda;
  • Por dar boas risadas com aquela novela dos mutantes da Record (que até que é inovadora pra uma sequência de tramas amorosas iguais sempre no Rio);
  • Por ser ao mesmo tempo nerd e um pouco de tudo;
  • Por ser… ah, chega de spoilers!

Mas não pára por aqui, me passaram aqui uma cantora brasileira Folk muito boa. Ela se chama Mallu Magalhães, e com 15 anos, tem uma voz surpreendente (além de tocar bem a guitarra):
http://www.myspace.com/mallumagalhaes

Ela também já foi entrevistada na MTV e no Altas Horas, e tem planos de cantar músicas em português (sem bem que acho que fica melhor em inglês, sei lá pq). Quando crescer ela vai virar uma cantora de sucesso, seja hype ou não.

Que seja, ela é demais!