Moderninhos, arrojados e exóticos

7 05 2009

A moda, seja convencional, seja brega, é simplesmente moda, um estilo particular de alguma pessoa ou movimento, que faz novos seguidores a cada dia.  Não há nada de errado em seguir uma como os “Hipsters“, termo pouco conhecido e ainda exótico por aqui (seria como uma generalização de moderninhos atuais como indie, folk, clubber, emo, etc), e as vezes um motivo de piada (com razão):

“You can pee on my face. Whatevs.”

“Pode fazer na minha cara mesmo!”

“Acredite, queria poder usar regata, mas acho que pêlos do peito a engoliriam.

“Acredite, queria poder usar regata, mas acho que pêlos do peito a engoliriam.

Então...este é meu TCC

"Então...este é meu TCC"

Desejo um aumento na minha mesada!

"Desejo um aumento na minha mesada!"

Desculpa, mas é a última vez que pergunto... somos um casal de lésbicas?

"Desculpa, mas é a última vez que pergunto... somos um casal de lésbicas?"

Confesso que o vídeo abaixo é mais assustador que arrojado.

Quer mais? acesse o Look at this Fucking Hipster.





Wallpaper Retrospectiva 2008

30 12 2008
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We are the 40ft

16 12 2008

Fiz em um momento de tédio e de falta de inspiração. Resolvi misturar uma das minhas bandas indie favoritas, Franz Ferdinand, com uma que conheci melhor há pouco tempo, Misfits, e fazer um wallpaper…

Clique na imagem para ver em tamanho real(1024×768)
Misfranz

De comum que os dois tem, é que são rock (só isso). Franz Ferdinand, é uma banda escocesa de indie rock que bombou com seu hit viciante e divertido “Take me out” a partir de 2004…

lançou 2 CDs, e agora estão se preparando para lançar o terceiro em 2009.

Já o Misfits, o qual conheço pouco, é um dos oriundos do movimento “Shock Rock” dos anos 80, criado pelo imortal Alice Cooper. Com isso, eles deram origem ao “Horror Punk”, o qual mistura o Punk Rock com letras violentas e masoquistas, com direito a cenas trash, sangue, maquiagens sombrias (detalhe para os penteados da banda).

O hit deles “We are the 138″ é um dos mais escutados, mesmo com letras com uma moral difícil de compreender e um solo mais curto que a It’s my Life, do Bon Jovi. Mesmo assim essa, assim como as outras músicas do Misfits, são bem agitadas e divertidas!





Montando uma banda relâmpago

19 11 2008

Simplesmente genial esse clipe do Misty’s Big Adventure, que satiriza bandas indies atuais (que ás vezes copiam antigas) como Franz Ferdinand e Kaiser Chiefs

Letra:

All the boys in the club love the fashion parade
And the girls in the club love the fashion parade
And the people at the top love the fashion parade
People at the top lead the fashion parade

But I am telling you now that it’s a bland age
Telling you now that it’s a bland age
And the people at the top love the bland age
Yep the people at the top lead the bland age
Where nothing means a lot and now nothing’s all we’ve got in the bland age

Well I’m feeling out of place in the fashion parade
And you’ll never see my face in the fashion parade
There’s a revival every minute in the fashion parade
Cause there’s a lot of money in it in the fashion parade

But I am telling you now that it’s a bland age
Telling you now that it’s a bland age
And we’ve got to get out of the bland age
Yes we’ve got to out of this bland age
Where nothing means a lot and now nothing’s all we’ve got in the bland age

- Hey everyone, I just got back from the record store and I’ve got a load of post punk records!
- Oh yeah?
- Yeah, well, see I’ve been thinking about it for a while. Here’s what we’re gonna do…
- What?
- Listen to them, and then rip them off!
- Yeeeeeeesss!
- And I reckon we’ll make a ton of money.
- A ton of money?
- A ton of money.
- A ton of money?
- Yeah, a ton of money!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Lots of money, lots and lots of money! [x8]

Where nothing means a lot and now nothing’s all we’ve got in the bland age

“So the group had made it at last. Ambitions realised and they went from strength to strength. Fans and critics joined in their appreciation of their highly original sound and cookery columns followed. But one morning, they woke up, and they weren’t popular anymore. The arrival on the scene of 500 new bands sounding exactly the same had destroyed their credibility. The press lost interest, the label dropped them. And the manager… Disapeared… With the money.”

Lost the money, gone and lost the money! [x4]

“So what’ll I do now? Move home to my parents, sign on again, maybe spend all my dole money on Britpop records. Make a whole new genre out of Britpop records, yeah!”

Where nothing means a lot and now nothing’s all they’ve got in the bland age

O melhor é que achei o myspace da “banda” do clipe (http://www.myspace.com/theteats), isso seria uma “vagabanda” indie!





Festival Planeta Terra – eu fui!

12 11 2008

Finalmente o dia mais aguardado do ano, 08/11 havia chego, dia do Festival Planeta Terra, um festival de bandas que ocorreu em São Paulo, com atrações internacionais como Kaiser Chiefs e até mesmo Offspring, e também nacionais como a rival da Maísa, Mallu Magalhães e o Vanguart!

Comprei meu ingresso no 3o. lote via internet, gastei no total R$174 (ingresso + sedex + taxa de conveniência) para não me arriscar na meia.

Saí com um amigo meu daqui de SJC, ás 12h, em uma caravana que havia saído de Taubaté (uma 1/2 hora daqui) e fomos rumo a Sampa. No caminho compramos algumas bebidas pra beber (dã) e só fomos chegar lá na Vila dos Galpões, local do show, umas 16h30. Meu amigo entrou chapado na portaria 1, pagando mico até com o segurança com uma carterinha falsa (que tinha “tudo” a ver com a cara dele) para compensar a meia e por sorte o vadio conseguiu!, e eu tive que dar uma volta imensa até achar a portaria 2. Nisso, perdi o show do Brothers of Brazil :/ que acabou logo as 17h30 e achei por acaso meu amigo.

Na entrada ganhei um porta-bituca de cigarro em forma de tubo de ensaio (não fumo, mas considero isso como um souvenir rs) e fomos no Main Stage ver o Vanguart que estava se apresentando. O vocal, Flanders, estava com óculos escuro, aquele jeito meio blasé e alguns gritando “PEDÓFILO”, justamente por ele ser ex da Mallu Magalhães rs

Mais tarde saímos pra comer alguma coisa e comprar algumas porcarias. Nunca comi uma fogazza tão ruim e cara, tinha uma massa branca e seca, além de ser menor que a palma da minha mão e que também desidratou minha língua mais que a 51 que eu havia bebido antes de chegar á Vila dos Galpões! Depois demos um rolé em uns poucos estandes do Mundo Mix que tinha por lá. Comprei um óculos retrô e uma camiseta do Franz Ferdinand, o ideal para curtir um show “indie”!

Mais tarde, umas 19h, voltamos pro main para assistir a Mallu. Talentosa mas meio exibida, junto com uma banda de “Willy Wonkas” e um back-vocal de enfeite, ela encantava os fãs, enquanto eu e mais uns próximos gritávamos “TOCA RAUL!”, “MAÍSAAAAA!!!!”, “KD O FLANDEEEERSS???”. Só se encomodavam uns fanáticos esquisitos da cantora que estavam ali perto: “Maísa, humph! Falta de criatividade….”, Um deles já estava ficando com raiva de mim e quase me avançou.

Depois do tédio, passou-se meia hora e fomos ver Animal Collective no Indie Stage. Nunca vi uma bateria tão animal até então, mesmo pegando o final do show deles.

Mais uma meia-volta, já estava passando o Jesus and Mary Chain, onde tinha um cara baforando um baseado bem nas minhas costas, e uns tiozinhos vendendo água atropelando as pessoas da platéia. Fora isso, mesmo com as músicas bem tocadas, os caras da banda não pareciam estar muito dispostos.

21h, voltamos novamente pro Indie Stage para ver Foals, que foi o momento headbanging da noite, de tão frenético que era o som! Foi a banda que melhor tocou naquela noite, depois do Breeders.

22h já estávamos de volta ao Main Stage para ver o Offspring, um estranho no ninho de indies no show. Eu tinha que transpirar pra perder 1 ou 2kg pelo menos, se não fosse o show deles isso não teria acontecido rs. Foi realmente sem noção, me meti numa roda punk e não parei mais, levei um tombaço ao tentar subir numa piramide humana, quase perdi minha mochila, empurrei e fui empurrado incansavelmente. Fora isso, o Dexter, vocal, continua com a mesma voz e está bem parecido com o Elton John. Foi simplesmente nostálgico me lembrar daquelas músicas grudentas que fizeram minha cabeça no fim dos anos 90, como Why you don’t you get a job e Hammerhead, que também foram o auge das rodas punk naquela hora.

http://flickr.com/photos/tanaka/

http://flickr.com/photos/tanaka/

No meio lá da roda, teve até um maluco que passou mal e vomitou no meio daquela clareira de gente, aí parei o empurra-empurra, saí pra pra pegar algo pra beber e assistir Breeders no Indie Stage. Já eram 23h45.

Spoon já havia acabado no Indie Stage, e fui pedir algo pra beber. Naquele instante, arquei com uma oportunidade perdida, e das grandes. Eu estava esperando pela minha cerveja, e uma garota do meu lado, bêbada, me deu mole e puxou assunto. Eu fui na dela, mas quando a cerveja chegou e me virei pra pegar o copo, a mina sumiu!!! Fiquei muito bolado naquele segundo, não a achava em lugar nenhum.

Engoli meu orgulho (a cerveja) e fui lá no meio da multidão pra ver Breeders. Foi o show mais bem tocado na minha opinião, as tiazinhas mandam muito!! Aquela loirinha até mostrou a bunda pro palco, queria ter tirado foto :/ Elas tocam e cantam muito mesmo! Só sentia um cheiro de baseado ao redor de mim onde eu estava, pronto já virei fumante e drogado passivo. Tinha dois machos enormes se esfregando tapando minha visão, não que eu seja um homofóbico machista, mas incomoda muito! Me lembra muito aquele casal de gordos-dançantes-cegos-surdos que não me davam licença no meio da multidão no show do Vanguart aqui em S.J.Campos. Já era quase 1h da manhã.

http://flickr.com/photos/tanaka/

http://flickr.com/photos/tanaka/


Perdi Bloc Party… mas muitos reclamaram da performance deles!

Nem aguentamos ficar até o fim do Breeders, ainda que queríamos ficar na grade do Main Stage, onde ia rolar o último e mais esperado show do Planeta Terra, Kaiser Chiefs!!! Infelizmente, não consegui ir muito pra frente, mas o angulo onde eu estava deu pra filmar perfeitamente. Quando entraram foi bom ver que o Peanut não fora substituido (apesar de ele parecer sentindo muito mal desde o começo msm). Pra mim foi um pouco mais animado que o Breeders, e meio tosco também, pelo “portuinglês” do Ricky Wilson, falando “e ay caarra” “Peanut, hirroy” “operrow da apendycite” “somos kaiser chiefs”, mas também muito engraçado. A minha favorita, never miss a beat foi a que mais gostei, fora a Nanana e a Everyday I love you less and less.



Só estranhei a saida sem despedida depois da Oh my God, e fiquei puto quando o narrador disse “acabou o show, ta tendo pancadão lá no dj stage” e vazamos de lá de volta pra caravana.

Mas mesmo assim me diverti muito… só não fui no DJ Stage… então o DJ Mau Mau, virou “Bau Bau” rs

VEREDICTO:

Sinceramente, teve muita falta de organização por lá, preços caríssimos das bebidas, nada de pias, poucos standes do mundo mix, falta de despedida do Kaiser Chiefs (também falta de bom senso)… deixaram o show a desejar…

Outro fator que prejudicou foram os horários paralelos dos shows:

Main Stage:

17h30: Vanguart
19h: Mallu Magalhães
20h30: The Jesus and Mary Chain
22h: Offspring
23h45: Bloc Party
1h30: Kaiser Chiefs

Indie Stage:

16h15: Brothers of Brazil
18h: Curumin
19h30: Animal Collective
21h: Foals
22h30: Spoon
0h: Breeders

DJ Stage:

20h30: Mau Mau
22h: Sebastian Leger
23h30: Mylo
1h: Felix Da Housecat

Então, a partir das 18h era impossível de ver vários shows de uma vez, lógico. Esses horários funcionariam perfeitamente se fosse como o festival Glastonburry, da Inglaterra, que sempre passam de mais de um dia, com as mesmas atrações marcadas, com a possibilidade de você conseguir ver todas. Mas pra um 1 dia só não dá, foi muito bate e volta e menos aproveitamento.

Apesar de tudo, valeu muito mais a pena do quer ir em um show de uma só banda, deu pra pular com o Offspring, que com certeza quebrou o clima blasé e retrô dos indies que dominaram o recinto.

Se no ano passado já teve o new wave, dos 80, do Devo, e esse o hardcore do Offspring, que tal um hair metal como Extreme, punk como Rancid, ou até mesmo um heavy metal como Metallica??? O segundo e o terceiro espantariam todos os indies de plantão!





Do “indie” pro “hype”

15 09 2008
hoje Bob Dylan, amanhã Gene Simmons

INSPIRAÇÃO: hoje Bob Dylan, amanhã Gene Simmons





Paul Di’Anno, antes “João Gordo” agora “Ratos do Porão”

1 09 2008

lol

Uma “superbanda” formada por Paul Di’Anno (IRON MAIDEN), juntamente com o baixista Canisso (RAIMUNDOS), o guitarrista Marcão (CHARLIE BROWN JR.) e o baterista Jean Dolabella (SEPULTURA), ainda sem nome, fará shows na América Latina nos meses de agosto e setembro, tocando exclusivamente “clássicos do Rock”, conforme pode ser visto no release que segue abaixo, publicado no MySpace:

“Imagine 4 músicos de sucesso, com passagem por 4 bandas consagradas – Iron Maiden, Raimundos, Charlie Brown Jr e SEPULTURA – e tocando apenas clássicos do rock. Achou divertido? Eles também. Essa é a proposta da banda, ainda sem nome definido, formada por Paul Di’Anno, Canisso, Marcão e Jean Dolabella. Uma mistura das mais importantes bandas da história do rock nacional e internacional, que resultou em versões explosivas de músicas que estão entre as mais adoradas pelos fãs de rock’n’roll.

Paul Di’Anno é considerado por muitos como o melhor vocalista do IRON MAIDEN de todos os tempos. Sua voz única e poderosa tornou clássicas algumas músicas como Killers, Wrathchild e Iron Maiden, o que rendeu a ele um exército de fãs graças as milhões de copias vendidas dos dois primeiros discos da banda – IRON MAIDEN e Killers. E foi exatamente com o show do álbum Killers que Di’Anno fez sua última aparição no Brasil, sendo um dos mais comentados e concorridos da Virada Cultural de São Paulo.

Já Marcão, que atualmente é considerado um dos maiores instrumentistas do Brasil, foi guitarrista do Charlie Brown Jr. por 12 anos. Nesse período compôs vários dos maiores hits da banda, como Papo Reto, Tudo Que Ela Gosta de Escutar e Proibida Pra Mim, músicas que o ajudaram a acumular uma série de prêmios entre os quais se destaca o Grammy latino de melhor álbum de rock em 2005.

A cozinha vem com o baixo marcante de Canisso, e com ele o espírito hardcore e divertido dos Raimundos. A banda, que foi um dos maiores sucessos da história recente do rock brasileiro, surgiu a partir de uma brincadeira de amigos que costumavam tocar covers de suas bandas favoritas – entre elas Dead Kennedys e Ramones – e versões punk das músicas do sanfoneiro Zenilton, de quem gostavam muito por causa das sacanagens contidas em suas letras. E pra completar, a banda fecha com toda a energia do baterista Jean Dolabella, a mais recente aquisição do Sepultura. Baterista desde os 10 anos de idade, Jean graduou-se na Los Angeles Music Academy e já trabalhou com os produtores Matt Wallace (Faith no More e Maroon 5) e Thom Russo (Audioslave, System of a Down e Michael Jackson), além de participar da US Tour com Jerry Cantrel (Alice in Chains). Em 2 anos com o Sepultura, já conquistou fãs e a imprensa do mundo todo com suas performances agressivas durante a turnê Dante XXI, e atualmente está em estúdio gravando o próximo álbum da banda”.

fonte

Esse deve ter chegado ao fundo do poço, literalmente, mesmo á sombra de sua ex-banda.

Na edição 22 da edição brasileira da revista Rolling Stone, foi revelado o nome da banda de Paul Di’Anno, Canisso, Marcão e Jean Dolabella: ROCKFELLAS.

O nome foi escolhido mediante votação realizada no MySpace.

fonte
“ROCKFELLAS”? isso já
“ecziste”! Se bem que alguém sabe o que diabos é “ROCKFELLAS” :P

Eles até se apresentaram em BH, no mês passado, com os clássicos do Rock’n Roll (parte deles usados exaustivamente no Guitar Hero):

“CANISSOW, RAYMUNDUS…”

Só nos resta saber até quando essa empreitada irá durar, no entanto, só tenho a dizer que isso que é “nascer de novo”…





Show do Vanguart no Hocus Pocus: err… cadê eles?!

19 08 2008

Ahá, finalmente venho falar de alguma coisa relacionada a um show que fui, só que dessa vez fui com mais gente, e claro, me diverti bem mais do que das outras vezes até agora!

No sábado passado (16/08), soube que no Hocus Pocus (o único “moquifo” alternativo de São José dos Campos – SP) ia ter Vanguart, uma banda alternativa de folk rock, de Cuiabá/MT, a qual gostei na primeira pela música Semáforo:

Meu sábado também foi metrossexual, o qual fiz limpeza de pele e cortei meu cabelo. Eu falei pro meu cabeleireiro fazer igual a ao do Liam Gallagher do Oasis, mas preferi manter o boné na cabeça no show após ver q ficou curto demais >.<.

E finalmente chego no Hocus Pocus cedo, tipo umas 9h40, ainda que o show tava marcado para antes das 10h, isto é, as bandas que dariam abririam pra eles. Se fosse só uma banda, o show só começaria ás 1h da manhã! Um tempo depois, achei de surpresa 3 amigos meus, o Thiago, o Vanço (estudou comigo, tava meio sóbrio), o Erms e o André, que conheci na hora rs, e saímos pra beber alguma coisa. Quando voltamos com as garrafas vazias e tacamos as no chão (só digo uma coisa, com o tanto de cacos de vidro lá na calçada do Hocus Pocus, jamais ande descalço por lá, conselho de amigo), encontrei a Ana Lígia e o primo dela, meu chará, e zoamos um pouco: deboch… digo comentamos sobre as vestimentas de alguns indivíduos de lá, comentamos sobre o próximos shows que, se o deus do Rock quiser, iremos rs. Na fila, também tomei uma mistura de Sprite com Smirnoff Ice, a qual senti um gosto gritante de álcool de cozinha! Na hora cuspi, mas nem achei tão ruim assim depois rs


Depois de um tempo, a Ana Lígia e o primo dela foram embora e nós entramos. Para minha surpresa já tinha uma banda tocando e pra variar, Regra de 3, fazendo cover de Beatles razoável.

Depois, entrou uma banda de pop punk chamada Ímpar, a qual zoamos que parecia o Jonas Brothers! Era legal, mas foi cansativo de tantas músicas que tocaram (o baterista deles que o diga, o cara até não queria mais tocar rs). Fecharam com um cover de Foo Fighters a qual me esqueci a música, e não conseguia ouvir a voz do vocalista pelo alto volume daa guitarra e baixo. Nessa parte rolou muita roda punk!!!

Vanguart agora? Nããão… Pedra de Nego! Uma banda com uma temática do candomblé, com um estilo entre o rock e o soul/funk (com grandes influências do Tim Maia), foi o que mais me divertiu no show inteiro. O vocal cantou até sem microfone e demonstrou uma atuação perfeita, e ainda headbanging homérico com seus dreads. Pedra de Nego, é uma banda bem nova pelo o que eu vi, não achei Myspace, Last.fm, e afins. Apenas uns vídeos pelo ussonância no Youtube(o grupo que contrata os artistas pra tocar no hocus). Eu estava lá na frente junto com a galera, e quase fui acertado pelo braço da guitarra do guitarrista, que fazia solos vertiginosos!


Depois do Pedra, as 3h, no intervalo, começou a tocar a Juicebox do Strokes, a qual nos motivou a fazer uma roda pu… ou melhor uma “roda indie”, tanto que quase acabou em briga, quando acertamos a namorada de um cara que levou a sério e deu um soco no André, que ficou tonto e não conseguia nem enxergar na hora.

Ele sumiu e fui procurá-lo, e também perdi todo mundo, assim também como perdi o resto do Vanguart. Eu simplesmente não conseguia mais chegar lá na frente, justamente por causa de um casal de gordos, não é nem por isso, mas gente folgada, cega e surda, a qual eu urrava e nem davam bola. Saí de lá puto, antes de me jogar contra eles e expressar a minha raiva da pior forma!
Eu simplesmente perdi o Erms de vista, ele poderia estar encurralado naquele espaço claustrofóbico da platéia massiva, e fui embora com o resto dos caras. Já era umas 4h30.

Fomos embora á pé. Pensei que havia ter porrada depois por causa do soco que o André tomou, mas nem rolou nada. Era uma madrugada vazia, onde eu só via mendigos, pessoas que acordam cedíssimo pra viajar, e carros voltando de baladas gritando pra qualquer um que via na rua circulavam perante semáforos que trocavam de cores sem nenhuma intenção de regular o trânsito… nada de ônibus, zumbis, lobisomens, vampiros, como nossos pais nos botam medo pela cabeça (traduzindo: marginais, estupradores, blitz…).

Até o supermercado que funcionava 24hrs não estava funfando, foi uma caminhada a lá Forest Gump, onde cheguei em casa só 6h, tomei café e caí na cama…

Só fui saber hoje que o Erms, ficou no show e ganhou uma baqueta autografada no camarim! Bom, da próxima eu fico, mas só se for um show de uma banda só!

E isso é tudo pessoal!





Hives e mais vindo pra cá!

28 06 2008

É incrível como tantas bandas gringas que nunca pisaram, ou passaram só de fininho aqui antes, estão chovendo pra cá nesse ano! É o caso de My Chemical Romance, Interpol (único que eu fui), Sonata Arctica, Dream Theater, Iron Maiden (Bruce Dickinson é mais tiozão que metaleiro), God Save the Queen (melhor cover de Queen), e entre alguns outros vieram e deixaram boas impressões em suas apresentações por aqui.

Agora em Julho os que mais me chamaram atenção foram os anúncios pros shows do:

MOTOMIX

Hoje, 28 de junho, com Metric, The Go! Team, Fujiya & Miyagi, Nancy, no Parque Ibirapuera
Entrada franca (sei lá… de graça, pode dar mulambeiro rs)

Echo and Bunnymen
Agora 2 de julho (quarta), no Kiss Rock Festival, junto com TSOL, Gene Loves Jesebel e Nazi (ex-vocal do Ira!), no Via Funchal

Muse
28 de Julho (segunda), também no HSBC-Brasil em São Paulo…

Infelizmente, nesses eu não vou poder ir pelo fato de ser durante semana. O que será que passa na cabeça desses promotores de eventos para anunciarem no começo ou no meio da semana? Que falta de bom-senso ¬¬

Mas, minhas esperanças de ir em mais um show decente nesse ano voltaram a brilhar quando vi que vai ter Hives (finalmente) e Kaiser Chiefs, nos seguites eventos:

Festival Orloff Five
6 de setembro (sábado), no Via Funchal – São Paulo
Com Melvins, Hives, Vanguart (folk rock brasileiro), Plasticines
Ingressos: a partir de 100 reais (ainda mais barato comparando ao Interpol)

Festival Planeta Terra
8 de novembro (sábado), no Villa dos Galpões – São Paulo
Bloc Party, Kaiser Chiefs, Spoon, Rancouteurs (sim aquela do Jack White), Jesus and Mary Chain e Mallu Magalhães (a nova onda rs)
Ainda não definiram os preços.

Depois eu passo mais detalhes sobre esses shows, com certeza, eu irei nesses dois últimos ^^





Pós-emo: mais do mesmo…

11 05 2008

Ex-emos migram para a tribo adolescente ‘from UK’
Cansados do preconceito, jovens criam nova moda inspirada no Reino Unido.
Cabelão armado e popularidade na internet são preocupações desta turma.
Inspirada nos jovens descolados do Reino Unido, essa turma é mais preocupada em manter o visual e a popularidade na internet do que se entristecer com rock dor-de-cotovelo.

Não à toa, a moda dos pós-emos não passa despercebida. Nos cabelos, em geral tingidos de preto, a franja ainda é um traço marcante. As meninas acrescentam à base superarrepiada apliques ultralisos. Já os rapazes adotam um “mullet” desestruturado, mantido às custas de muita de chapinha – recurso a que eles recorrem sem o menor pudor…

Notícia completa no G1
Sério, parece pura perda de tempo para procurar motivos para zoar ou entrar na onda dessas novas tendências, mas eu gosto de analisar essas características diferentes das tribos modernas nascidas com as mais variadas culturas, principalmente a música.
eu tenho queda por garotas from UK!!!
Depois da “era das trevas” do Rock, com bandas grudentas e medíocres (algumas delas de “new metal”), as novas bandas começaram a voltar um pouco ás origens do bom e velho Rock alternativo dos 60 aos 80 como o pós-punk e o heavy metal.


Agora com menos drogas, heresias e anarquismo como antes(ainda com sexo claro!), as bandas de rock alternativo resgatam quase tudo do bom e do melhor dos clássicos e combinam com aquilo que deu certo nas novas, formando assim um novo estilo de música e vida, um roteiro completo para seus adeptos fortalecerem seus relacionamentos sociais, e ainda diversificar suas preferências musicais.

Cabelos extravagantes, camisetas listradas ou com estampas cult, cintos de rebite, maquiagem, jeans apertadíssimo, allstars, braceletes, maquiagem (até pra meninos)… artigos que vão desde o punk a tendências metrossexuais. Isso tudo não é nada original, mas sim uma herança de cada estilo que passou por esses últimos anos.

Nunca fui adepto de uma só tribo, porque sempre fui seletivo (um eufemismo de “anti-social”), mas para mim eles continuam com detalhes evidentes das tribos anteriores. Não é de agora que esse estilo “indie” (relacionado ás bandas de rock independente que surgem a cada dia, principalmente na Inglaterra) está no ar.

Você deve estar pensando assim: “é tudo puta e viado”, mas pense comigo, com tanta gente perigosa aí que adota a violência como estilo de vida, “putas e viados” são bem melhores e amigáveis!

Mas uma coisa que sempre nos preocupou e ainda preocupa, não só sobre esses seguidores, e como aquelas estrelas acabam na pior, mesmo usando isso como pretexto para chamar a atenção da mídia:

Amy Winehouse:

atualmente e como era antes das brigas com o marido, barracos, drogas, e etc…

Pete Doherty:


Após abandonar o The Libertines com muitos desentendimentos e relações conturbadas com seu ex-parceiro Carl Barat, e mesmo se equilibrando na sua nova banda Babyshambles, se meteu em diversas encrencas como dívidas com traficantes (e ainda tentou disfarçar isso na mídia como um suposto “assalto”), excesso de álcool, prisões e por aí vai.

O pior de tudo é que alguns fãs tentam imitar e usar isso como desculpa para os seus problemas pessoais com a família e o mundo, como um caso de suicídio de uma fã do My Chemical Romance, na Inglaterra.

Contudo, a moda é um ciclo vicioso.