Wallpaper Retrospectiva 2008

30 12 2008
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Show do Interpol: Frio eu?!

13 03 2008

Foi anteontem o show, mas só pude entrar hoje aqui no wordpress.

Fui com mais dois amigos pra São Paulo assistir o show do Interpol, na Via Funchal no dia 11/3 (terça). Tomamos um ônibus daqui de São José dos Campos a São Paulo ás 14h, que pelo trânsito lento demorou quase 2 horas pra chegar até a capital. De lá, minha amiga Ana tinha uma rota de metrôs anotada pra chegar fácil a Vila Olímpia.

Primeiro pegamos o que vai até a praça da Sé, de lá outro para Barra Funda até a Presidente Altino, onde quase erramos de metrô. Aí tomamos um em direção a Osasco, onde no último ponto pegamos o que vai para V. Olímpia. Bem quando chegamos a estação desejada, fomos atropelados por uma avalanche de gente que entrou no vagão, isto é, hora do rush (17h), o que nos fez descer só na próxima estação. Depois, deu tudo certo, quando retornamos a V. Olímpia com um metrô que fazia o sentido contrário. Apesar da hora do rush, aprecio metrôs!

Quando chegamos lá, 18h, já tinha um pouco de fila para entrar (a casa abria 19h30) e entramos nela. Naquela hora, comprei uma camiseta do Interpol por 20 de um cambista e deu fome, e deixamos o Erms guardando a fila e fomos comprar alguma coisa pra comer. Chegando lá, começou a chover do nada, e resolvemos comer alguma coisa lá mesmo até a chuva parar de cair. Nossa, por falta de opção, peguei um risole tão gorduroso e quente, que parecia mais um bolovo! Parei de comê-lo antes da metade de tanta gordura!

Uns minutos depois, a chuva reduziu e armei meu guarda-chuva pra voltar a fila, e voltamos com um salgado e uma coca pro Erms. Chegando lá, a fila já havia entrado e fomos direto pra Via Funchal. Na entrada, o segurança não me permitiu entrar com o lanche, mas foi legal e me deixou guardar os guarda-chuvas (o meu e da minha amiga) na minha bolsa. Lá, até pensei em deixar minha tralha na chapelaria, mas mudei de idéia e subimos direto para o auditório.

O lugar era bem amplo e bonito, ainda tinha pouca gente concentrada lá na frente do palco, tinha também umas minas fumando um baseado! Enquanto o show não começava, saí a procura do Erms, enquanto a Ana esperava ali perto, e só o achei depois de quase uma hora (ele ainda estava com o cel desligado, e eu estava puto) no meio do aglomerado de gente envolto perto do palco, ele não conseguia sair de lá, aí deixei ele lá msm e fui ficar com minha amiga.

A parte do auditório que me pareceu mais entediada foi o mezanino, que de aonde eu estava visão de lá parecia não muito boa. Ainda bem que comprei pra pista, ainda bem que não estou no lugar deles heehhe!

Após um energético caríssimo pra espantar o sono(R$ 12, tinha gosto de tubaína), e achar e bater um papo com uma conhecida minha que chegou lá ás 8h da manhã, o show começou! Para abrir o show, veio, nada mais nada menos, que Cachorro Grande, a banda de rock brasileira que mais gosto, começando no maior pique. Mas mesmo assim nem pulei muito, para guardar energia pro Interpol. Deu pra tirar umas fotos legais, ainda que o salão não estava tão escuro.

Depois desse bom começo, lá pra umas 22h e pouco, deram um tempo pra trocar os instrumentos, e nos encontramos com o primo da Ana, também chará meu, muito gente fina e ficamos trocando umas idéias.

Aí então o show de verdade começa! Com luzes negras (motivo para minhas fotos sairem meio desfocadas ¬¬) e a imagem da capa do novo cd deles no telão de fundo, a banda entra. A primeira coisa de diferente que notei neles, foi a mecha loira no topete do baixista Carlos Dengler (homenagem ao chimbinha, hahahha), o baterista Sam Fogarino, que parecia mais bombado (não é a toa que sempre a cara do Van Damme) o tecladista, que não conhecia antes e não sei o nome (parecia mais o Santos Dummont!).

Começaram com a Pioneer To The Falls, a primeira do novo CD, um começo perfeito, e depois foram para as mais agitadas como Evil, NARC, Say Hello tho the Angels(minha favorita), Obstacle 2(mas não tocaram a Obstacle 1), Mammoth. A platéia estava agitada comparada a suposta “frieza” dos integrantes do Interpol, mas eu não achei eles tão frios assim, principalmente o Carlos, que mandou muito bem no baixo e até fez algumas manobras (bem na hora que não pude filmar) e o Daniel Kessler (guitarra), o mais animado dos três (da onde eu estava, mal conseguia vê-lo…).

A única música que deixou o povo morno foi a Lighthouse, a última e mais depressiva do novo cd, que felizmente não era a última do setlist do show (é, foi boa pra descansar um pouco de tanto pular e gritar). Aí o pique voltou com a Heirich Manuever, Stella was a Diver, No I in Threesome e pra terminar a PDA.

Após o show, Paul Banks falou “uau”, agradeceu a presença dos fãs e até mandou beijos pra todos (discretamente)! Não houve encore, mas devo adimitir que os caras são muito melhores ao vivo, independente se eles são “frios” ou não! Frieza também é uma característica crucial da Polícia Internacional, qualquer semelhança é mera coincidência!

Depois do show, ás 0h30, eu e a Ana demoramos pra achar o Erms e fomos embora. O ruim é que ela tinha carona, e ainda não tinha espaço pra eu e o Erms… Tivemos que, sem opção, pagar um taxi (caro! R$ 50) até a rodoviária. Esperamos lá até as 5h da manhã pra ter ônibus pra São José. Ficamos enrolando até lá, e não caí de sono ainda!

Como hoje já é 13/3, e tem Interpol no Rio, aconselho a quem mora em Belo Horizonte a ir no show, no dia 15/3, mas só não gastem suas energias com a banda de abertura ok?

Acredito que depois desses shows, o Interpol venha a tocar nas rádios. Más línguas falam que bandas boas quando ficam famosas viram um lixo com a fama. Eu não penso assim, bandas e cantores ruins conseguiram sucesso graças as suas produções ruins e grudentas nas últimas décadas, tomando o lugar de outras melhores, pelo fato de serem grudentas.

Mas Interpol faz parte de uma nova geração de bandas interessantes que podem virar “pop” sem perder a jinga. Melhor isso, do que se manter ou entrar para a obscuridade e acabar do nada, como tantas bandas legais do passado.

Fala sério, sem ofensas, mas nunca havia visto tantos indies em um lugar só!

Um trecho da Pioneer to the Falls e Not Even Jail





Cachorro Grande abre pro Interpol em SP!

5 03 2008

Vi hoje no site da banda de rock brasileira, Cachorro Grande, vai abrir o show pro Interpol dia 11/3 na Via Funchal. Já apostava neles para abrir, ainda que sou fã, já que em Minas me espantei quando ouvi falar que uma banda chamada Tianastácia ia abrir pra eles lá (não é por nada, mas o estilo deles não tem muito a ver com Interpol).

Cachorro Grande

Pra quem ainda não conhece Cachorro Grande, é uma banda gaúcha formada em 99, por:
Beto Bruno (voz), Marcelo Gross (guitarra), Jerônimo Bocudo (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (piano), em Porto Alegre, RS.Suas músicas têm influências desde o pop-rock nacional ao britpop, com letras românticas e de protesto (as que mais me atraem).

Álbuns da banda:

Cachorro Grande – 2001
As Próximas Horas Serão Muito Boas – 2004
Pista Livre – 2005
Todos Os Tempos – 2007.

    Pelo som que eles fazem, a abertura promete (mas claro que não vai me tirar a atenção do Interpol!)

    Site oficial
    Myspace

    Vai ser um show e tanto!





    Show do Interpol em SP

    4 03 2008

    Isso!

    Vai ter show da banda americana Interpol em Sampa!

    Local: Via Funchal – São Paulo/SP
    Data e horário: 11/3 ás 21h30
    Preço: R$ 100 (pista)
    Local: Fundição Progresso – Rio de Janeiro/RJ
    Data: 13/3
    Preço: R$ 100

    Local: Chevrolet Hall – Belo Horizonte/MG
    Data e horário: 15/3 ás 22h00
    Preço: R$ 100

    E algum de vcs me pergunta: “Interpol? Q iço? Puliça?”. Errado, é uma banda de indie rock americana, nascida em 98, com influências fortes do new wave e pós-punk (mesmo sem rótulos óbvios, as más línguas insistem em compará-lo com o Joy Division), com tons mais sérios e discretos, e letras um tanto reflexivas.
    Apesar de ser uma banda que passa meio que despercebida do pop, ela foi bastante elogiada pela mídia especializada (principalmente a européia), onde após alguns EPs, fizeram contrato com a gravadora Matador em 2002, e lançaram o seu primeiro álbum, Turn On The Bright Lights no mesmo ano.

    Dois anos depois veio o Antics (meu favorito!) e em 2007, assinaram um contrato com uma gravadora mais poderosa, a Capitol Records, e lançaram o Our Love to Admire, o qual será o anfitrião desse show de SP.

    Pelo o que vi até agora na comunidade do Interpol no orkut, até agora os ingressos pra pista estão sobrando, e ainda não achei nenhuma van ou caravana pro show aqui na minha cidade (já que a maior parte dos interessados desistiu aqui). Qualquer agência de turismo e rádio que eu ligava, só falava: “Só tem pro show do Iron Maiden”. Não gosto de metal pesado, mas posso adimitir que eles são hype!

    Mesmo assim eu garanto que vai ser um ótimo show, porque o preço é bem favorável, o local é legal, os caras são ótimos ao vivo!

    Myspace da banda
    Site da turnê no Brasil

    Possível setlist(baseada no show de 21/2 em Sydney, Austrália):

    Pioneer to the falls
    Obstacle 1
    C’Mere
    NARC
    Pace is the trick
    Say hello to the Angels
    Hands Away
    Mammoth
    No i in Threesome
    slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Maneuver
    Not Even Jail
    Untitled / NYC
    Stella was a drive and she was always down
    PDA