E os ets? KD?

20 10 2008

Poisé… aquela atriz e escritora italiana australiana Blossom Goodchild falou que os ETs chegariam dia 14… mas não vi nada… pelo menos os outros viram, sabe lá se é verdade ou não!

Fonte

Achei no blog da MTV umas coisas que aconteceram perto desse tão esperado dia…
No méxico…
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Na bélgica…
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No Brasil, em Jaú,SP…
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Na argentina, em plena luz do dia…
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No Chile, também em plena luz do dia…
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Na China, um imenso…
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Na cidade do Cabo, um enorme e em baixa altitude!
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Em Seul, uma frota, dá pra ver pelos pontos brilhantes no céu azul…
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Esse aqui é pra alegrar os fãs de Star Wars rs…fake óbvio
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O que eu vi também é que a data estava errada, vai ser, na verdade, dia 24/10, sexta agora, o mesmo dia que aquela promoção do chip da OI! vai valer… e eu ainda estava mor empolgado para falar de graça hoje…

Se é sexta, ótimo, podemos fazer um churrasco á noite pra receber os ETs. Eles podem aceitar numa boa, entrando na festa ou fazendo churrasco da raça humana!

Uma coisa que ainda ninguém mais acredita é o lançamento oficial do novo CD do Guns’n Roses, o Chinese Democracy, que foi prometido no dia 23/11.

capa do novo CD... será que rola?

capa do novo CD... será que rola?

Mesmo dia que um amigo meu faz niver, vou dar de presente pra ele… se é que ele ainda sabe o que é Guns rs

Pelas novas músicas esse não parece mesmo!





Do “indie” pro “hype”

15 09 2008
hoje Bob Dylan, amanhã Gene Simmons

INSPIRAÇÃO: hoje Bob Dylan, amanhã Gene Simmons





Eduardo e Mônica: Guerra dos Sexos

15 08 2008

Achei um artigo muito engraçado e interessante com uma análise que detona a “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana. Por ela vemos que o tal “Eduardo” não é o desleixado e “Mônica” não é a culta assim como a letra cita, além de várias antíteses óbvias e tampouco possíveis para a compreensão crítica!

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum “Dois” da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, “Festa estranha” significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. “Gente esquisita” é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal “festa legal” em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em “E a Mônica riu” nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se “quis saber um pouco mais” leia-se” quis dar para”! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo “boyzinho” que tentava impressionar”! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como “boyzinho”. Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo “menina” para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar “iéis”, “nou” e “mai neime is Eduardo”! Incomoda como são usadas as palavras “ainda” e “aulinhas”, para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão “do Bandeira”. Francamente, “Bandeira” é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar “Êta” com “Tiêta” e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola – cinema – clube – televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse “bar da esquina – terreiro de macumba – sauna gay – delegacia”?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.

2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.

3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até… Renato!

Autor: Adolar Gangorra
Fonte:http://whiplash.net/materias/humor/000128-legiaourbana.html

Para descansar um pouco a vista, também achei a Eduardo e Mônica, versão “Geek”

Eduardo noob e Mônica l33t

Eduardo "noob" e Mônica "l33t





Um cara chamado “Chris Crocker”

3 08 2008

Essa é velha, mas vale a pena ver de novo! Esse é, Chris Crocker, um fanboy da “ainda-princesinha do pop” Britney Spears, que ultimamente tem tido uma fama muito conturbada e turbulenta pelos seus ataques de raiva!

No vídeo acima ele faz uma interpretação conforme a música Gimme More. De tão extremo fanboy, o vídeo fica entre o cômico e o assustador (reparem na “gargalhada fatal” no começo).

Mas o que mais bombou no youtube foi aquele vídeo dele defendendo a Britney, de forma “drama-queen”.

Para uns, um ridículo, e para outros uma celebridade da internet, de qualquer forma ele é um bom ator!
Para mais vídeos, acesse o canal dele no Youtube:
http://www.youtube.com/user/itschriscrocker





Anime Friends 2008

23 07 2008

Todo santo ano, eu, um otaku antiquado, mas por dentro das novas tendências dos animes, sempre vou em um dos mais famosos eventos de animes do Brasil que ocorre todo ano em São Paulo – SP, em Julho, o Anime Friends!

Em eventos assim, sempre costuma ter mangás (HQs japonesas), animes (desenhos japoneses), brinquedos importados, roupas, artigos, comidas típicas pra comprar, shows de bandas que cantam músicas de animes e séries japonesas, e até mesmo gente fantasiada de seus personagens favoritos, ou seja, COSPLAY!

Nesse ano, o Anime Friends ocorreu do dia 11 ao dia 20 de julho, no Market Plaza, um lugar vasto com várias galerias para suportar uma enxurrada de gente (só pra você ter uma idéia, nos anos anteriores a AF era realizada no prédio da faculdade Sant’anna). Tudo isso foi prato cheio para os “otakus” (fanáticos por animes), cuja grande maioria são estudantes de férias e com uma boa grana guardada para gastar com os artigos mais cobiçados do estilo, e também de ganhar dinheiro, desde vendendo caricaturas em mangá por preços duvidosos, até mendigando “selinhos”!

O mais legal que nesses eventos tem um público bem variado, de todas as classes, lugares, estilos (de metaleiros a emos!), em harmonia, como uma “Woodstock otaku”, onde gente fantasiada, os cosplayers, são saudados posando pra flashes fotográficos disparados de todos os lados!

Tive o prazer de, na AF desse ano, ir nos dois domingos de evento, onde gastei mais com “souvenirs” do que mangás, ainda por estar desatualizado nesse termo.

O primeiro domingo estava bem até tranquilo, a fila pra entrar estava pequena comparada a uma Anime Friends de verdade. Fui com um amigo meu, e também encontrei a galera do Fórum Portal Sonic, que também alugou uma sala usando o “Sonic the Hedgehog” como tema principal. O ruim é que tinha pouca gente, mas pelo menos aprendi a jogar Wii! Também consegui comprar o essencial para o meu cosplay de Alice Cooper, uma peruca!

No mesmo dia, á noite, também teve apresentações hilárias do Yamato Cosplay Club, como essa, com o Dr. Gero de Dragon Ball Z!!

Mas nada supera o último dia do evento, o segundo domingo (20/07), onde fui com um meu amigo Tom, sósia do Ozzy, de caravana. A fila pra entrar estava homérica e minha vontade de esvaziar a bexiga me fez descarregar discretamente atrás de um ônibus de caravana o qual eu fui pro evento. Após uma longa espera, receber a pulserinha e ter o ingresso carimbado, finalmente entrei novamente no recinto. Lá, comprei uma corrente longa, e fui aprontar meu cosplay no banheiro.

Andei um pouco com o Tom, que era reconhecido como Ozzy até sem o óculos (claro, aquilo é natural, hehe) enquanto eu, era mais reconhecido como o Detonator do Massacration do que o próprio Alice Cooper! Só alguns me reconheceram como o cantor discípulo de Ozzy Osbourne. Também tiramos foto para o site da Cosplay Brasil!

Depois de um tempo, cada um foi pra um canto e eu fui pra sala reservada do Fórum Portal Sonic, a qual tinha mais gente do que no outro dia: BK, Heax, Cronoshack, Xel, Danny, Mya, Alpha, Runner, Jerzy, Thiago, Sonic Cósmico e mais amigos que eu mais falo via msn e fórum. Almoçamos num Mc Donalds perto do espaço do evento, onde tive o prazer de comer o Mc China!

Depois voltamos pro evento e sem Wii, aproveitamos pra ficar menos naquela sala estufante e dar um rolé por aí. Tiramos fotos, gravamos vídeos, jogamos baralho com paçoca, tomamos Mupy e muito mais! Foi um dia muito divertido com o pessoal que só costumo ver 1 ou 2 vezes no ano…é nessas horas que eu daria tudo pra viver em São Paulo.

Na hora da saída, o ônibus só saiu de lá as 11h45 devido ao show de encerramento da Anime Friends, o qual já estava exausto pra ver. Cheguei em S.J.Campos (minha cidade) só á 1h da manhã e acordei atrasado pra ir trabalhar!

Realmente, apesar dos apesares, consegui trocar um domingo entediante em casa e gastar uma boa parte do meu salário em uma coisa interessante! O ruim é que agora, só vou poder gastar bem no Festival Planeta Terra, em novembro, ainda que os ingressos deverão ser bem salgados, por trazer bandas como Kaiser Chiefs, Rancouters e Bloc Party, todas bandas que eu curto pacas, até troquei o festival que ia ter o The Hives, em setembro por esse.

Todas as fotos:
Fotos de 13/07
Fotos de 20/07





Lei seca para os roqueiros!

8 07 2008

Achei isso no site da MTV :P

lol
Estrelas: Jimmy, do Matanza (teve show deles nesse domingo, nem fui… bosta!), Beto Bruno, do Cachorro Grande (e o outro ali deve ser o Krieger ou o Boizinho :P ) e claro, o Zeca Pagodinho! Os outros dois ali atrás não preciso nem falar :P

Simplesmente genial!