We are the 40ft

16 12 2008

Fiz em um momento de tédio e de falta de inspiração. Resolvi misturar uma das minhas bandas indie favoritas, Franz Ferdinand, com uma que conheci melhor há pouco tempo, Misfits, e fazer um wallpaper…

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Misfranz

De comum que os dois tem, é que são rock (só isso). Franz Ferdinand, é uma banda escocesa de indie rock que bombou com seu hit viciante e divertido “Take me out” a partir de 2004…

lançou 2 CDs, e agora estão se preparando para lançar o terceiro em 2009.

Já o Misfits, o qual conheço pouco, é um dos oriundos do movimento “Shock Rock” dos anos 80, criado pelo imortal Alice Cooper. Com isso, eles deram origem ao “Horror Punk”, o qual mistura o Punk Rock com letras violentas e masoquistas, com direito a cenas trash, sangue, maquiagens sombrias (detalhe para os penteados da banda).

O hit deles “We are the 138″ é um dos mais escutados, mesmo com letras com uma moral difícil de compreender e um solo mais curto que a It’s my Life, do Bon Jovi. Mesmo assim essa, assim como as outras músicas do Misfits, são bem agitadas e divertidas!





Show do Vanguart no Hocus Pocus: err… cadê eles?!

19 08 2008

Ahá, finalmente venho falar de alguma coisa relacionada a um show que fui, só que dessa vez fui com mais gente, e claro, me diverti bem mais do que das outras vezes até agora!

No sábado passado (16/08), soube que no Hocus Pocus (o único “moquifo” alternativo de São José dos Campos – SP) ia ter Vanguart, uma banda alternativa de folk rock, de Cuiabá/MT, a qual gostei na primeira pela música Semáforo:

Meu sábado também foi metrossexual, o qual fiz limpeza de pele e cortei meu cabelo. Eu falei pro meu cabeleireiro fazer igual a ao do Liam Gallagher do Oasis, mas preferi manter o boné na cabeça no show após ver q ficou curto demais >.<.

E finalmente chego no Hocus Pocus cedo, tipo umas 9h40, ainda que o show tava marcado para antes das 10h, isto é, as bandas que dariam abririam pra eles. Se fosse só uma banda, o show só começaria ás 1h da manhã! Um tempo depois, achei de surpresa 3 amigos meus, o Thiago, o Vanço (estudou comigo, tava meio sóbrio), o Erms e o André, que conheci na hora rs, e saímos pra beber alguma coisa. Quando voltamos com as garrafas vazias e tacamos as no chão (só digo uma coisa, com o tanto de cacos de vidro lá na calçada do Hocus Pocus, jamais ande descalço por lá, conselho de amigo), encontrei a Ana Lígia e o primo dela, meu chará, e zoamos um pouco: deboch… digo comentamos sobre as vestimentas de alguns indivíduos de lá, comentamos sobre o próximos shows que, se o deus do Rock quiser, iremos rs. Na fila, também tomei uma mistura de Sprite com Smirnoff Ice, a qual senti um gosto gritante de álcool de cozinha! Na hora cuspi, mas nem achei tão ruim assim depois rs


Depois de um tempo, a Ana Lígia e o primo dela foram embora e nós entramos. Para minha surpresa já tinha uma banda tocando e pra variar, Regra de 3, fazendo cover de Beatles razoável.

Depois, entrou uma banda de pop punk chamada Ímpar, a qual zoamos que parecia o Jonas Brothers! Era legal, mas foi cansativo de tantas músicas que tocaram (o baterista deles que o diga, o cara até não queria mais tocar rs). Fecharam com um cover de Foo Fighters a qual me esqueci a música, e não conseguia ouvir a voz do vocalista pelo alto volume daa guitarra e baixo. Nessa parte rolou muita roda punk!!!

Vanguart agora? Nããão… Pedra de Nego! Uma banda com uma temática do candomblé, com um estilo entre o rock e o soul/funk (com grandes influências do Tim Maia), foi o que mais me divertiu no show inteiro. O vocal cantou até sem microfone e demonstrou uma atuação perfeita, e ainda headbanging homérico com seus dreads. Pedra de Nego, é uma banda bem nova pelo o que eu vi, não achei Myspace, Last.fm, e afins. Apenas uns vídeos pelo ussonância no Youtube(o grupo que contrata os artistas pra tocar no hocus). Eu estava lá na frente junto com a galera, e quase fui acertado pelo braço da guitarra do guitarrista, que fazia solos vertiginosos!


Depois do Pedra, as 3h, no intervalo, começou a tocar a Juicebox do Strokes, a qual nos motivou a fazer uma roda pu… ou melhor uma “roda indie”, tanto que quase acabou em briga, quando acertamos a namorada de um cara que levou a sério e deu um soco no André, que ficou tonto e não conseguia nem enxergar na hora.

Ele sumiu e fui procurá-lo, e também perdi todo mundo, assim também como perdi o resto do Vanguart. Eu simplesmente não conseguia mais chegar lá na frente, justamente por causa de um casal de gordos, não é nem por isso, mas gente folgada, cega e surda, a qual eu urrava e nem davam bola. Saí de lá puto, antes de me jogar contra eles e expressar a minha raiva da pior forma!
Eu simplesmente perdi o Erms de vista, ele poderia estar encurralado naquele espaço claustrofóbico da platéia massiva, e fui embora com o resto dos caras. Já era umas 4h30.

Fomos embora á pé. Pensei que havia ter porrada depois por causa do soco que o André tomou, mas nem rolou nada. Era uma madrugada vazia, onde eu só via mendigos, pessoas que acordam cedíssimo pra viajar, e carros voltando de baladas gritando pra qualquer um que via na rua circulavam perante semáforos que trocavam de cores sem nenhuma intenção de regular o trânsito… nada de ônibus, zumbis, lobisomens, vampiros, como nossos pais nos botam medo pela cabeça (traduzindo: marginais, estupradores, blitz…).

Até o supermercado que funcionava 24hrs não estava funfando, foi uma caminhada a lá Forest Gump, onde cheguei em casa só 6h, tomei café e caí na cama…

Só fui saber hoje que o Erms, ficou no show e ganhou uma baqueta autografada no camarim! Bom, da próxima eu fico, mas só se for um show de uma banda só!

E isso é tudo pessoal!





Sid Vicious & Nancy Spungen

7 08 2008

Nada como um pouco de humor negro pra não ofender diretamente!





Pós-emo: mais do mesmo…

11 05 2008

Ex-emos migram para a tribo adolescente ‘from UK’
Cansados do preconceito, jovens criam nova moda inspirada no Reino Unido.
Cabelão armado e popularidade na internet são preocupações desta turma.
Inspirada nos jovens descolados do Reino Unido, essa turma é mais preocupada em manter o visual e a popularidade na internet do que se entristecer com rock dor-de-cotovelo.

Não à toa, a moda dos pós-emos não passa despercebida. Nos cabelos, em geral tingidos de preto, a franja ainda é um traço marcante. As meninas acrescentam à base superarrepiada apliques ultralisos. Já os rapazes adotam um “mullet” desestruturado, mantido às custas de muita de chapinha – recurso a que eles recorrem sem o menor pudor…

Notícia completa no G1
Sério, parece pura perda de tempo para procurar motivos para zoar ou entrar na onda dessas novas tendências, mas eu gosto de analisar essas características diferentes das tribos modernas nascidas com as mais variadas culturas, principalmente a música.
eu tenho queda por garotas from UK!!!
Depois da “era das trevas” do Rock, com bandas grudentas e medíocres (algumas delas de “new metal”), as novas bandas começaram a voltar um pouco ás origens do bom e velho Rock alternativo dos 60 aos 80 como o pós-punk e o heavy metal.


Agora com menos drogas, heresias e anarquismo como antes(ainda com sexo claro!), as bandas de rock alternativo resgatam quase tudo do bom e do melhor dos clássicos e combinam com aquilo que deu certo nas novas, formando assim um novo estilo de música e vida, um roteiro completo para seus adeptos fortalecerem seus relacionamentos sociais, e ainda diversificar suas preferências musicais.

Cabelos extravagantes, camisetas listradas ou com estampas cult, cintos de rebite, maquiagem, jeans apertadíssimo, allstars, braceletes, maquiagem (até pra meninos)… artigos que vão desde o punk a tendências metrossexuais. Isso tudo não é nada original, mas sim uma herança de cada estilo que passou por esses últimos anos.

Nunca fui adepto de uma só tribo, porque sempre fui seletivo (um eufemismo de “anti-social”), mas para mim eles continuam com detalhes evidentes das tribos anteriores. Não é de agora que esse estilo “indie” (relacionado ás bandas de rock independente que surgem a cada dia, principalmente na Inglaterra) está no ar.

Você deve estar pensando assim: “é tudo puta e viado”, mas pense comigo, com tanta gente perigosa aí que adota a violência como estilo de vida, “putas e viados” são bem melhores e amigáveis!

Mas uma coisa que sempre nos preocupou e ainda preocupa, não só sobre esses seguidores, e como aquelas estrelas acabam na pior, mesmo usando isso como pretexto para chamar a atenção da mídia:

Amy Winehouse:

atualmente e como era antes das brigas com o marido, barracos, drogas, e etc…

Pete Doherty:


Após abandonar o The Libertines com muitos desentendimentos e relações conturbadas com seu ex-parceiro Carl Barat, e mesmo se equilibrando na sua nova banda Babyshambles, se meteu em diversas encrencas como dívidas com traficantes (e ainda tentou disfarçar isso na mídia como um suposto “assalto”), excesso de álcool, prisões e por aí vai.

O pior de tudo é que alguns fãs tentam imitar e usar isso como desculpa para os seus problemas pessoais com a família e o mundo, como um caso de suicídio de uma fã do My Chemical Romance, na Inglaterra.

Contudo, a moda é um ciclo vicioso.