Paul Di’Anno, antes “João Gordo” agora “Ratos do Porão”

1 09 2008

lol

Uma “superbanda” formada por Paul Di’Anno (IRON MAIDEN), juntamente com o baixista Canisso (RAIMUNDOS), o guitarrista Marcão (CHARLIE BROWN JR.) e o baterista Jean Dolabella (SEPULTURA), ainda sem nome, fará shows na América Latina nos meses de agosto e setembro, tocando exclusivamente “clássicos do Rock”, conforme pode ser visto no release que segue abaixo, publicado no MySpace:

“Imagine 4 músicos de sucesso, com passagem por 4 bandas consagradas – Iron Maiden, Raimundos, Charlie Brown Jr e SEPULTURA – e tocando apenas clássicos do rock. Achou divertido? Eles também. Essa é a proposta da banda, ainda sem nome definido, formada por Paul Di’Anno, Canisso, Marcão e Jean Dolabella. Uma mistura das mais importantes bandas da história do rock nacional e internacional, que resultou em versões explosivas de músicas que estão entre as mais adoradas pelos fãs de rock’n’roll.

Paul Di’Anno é considerado por muitos como o melhor vocalista do IRON MAIDEN de todos os tempos. Sua voz única e poderosa tornou clássicas algumas músicas como Killers, Wrathchild e Iron Maiden, o que rendeu a ele um exército de fãs graças as milhões de copias vendidas dos dois primeiros discos da banda – IRON MAIDEN e Killers. E foi exatamente com o show do álbum Killers que Di’Anno fez sua última aparição no Brasil, sendo um dos mais comentados e concorridos da Virada Cultural de São Paulo.

Já Marcão, que atualmente é considerado um dos maiores instrumentistas do Brasil, foi guitarrista do Charlie Brown Jr. por 12 anos. Nesse período compôs vários dos maiores hits da banda, como Papo Reto, Tudo Que Ela Gosta de Escutar e Proibida Pra Mim, músicas que o ajudaram a acumular uma série de prêmios entre os quais se destaca o Grammy latino de melhor álbum de rock em 2005.

A cozinha vem com o baixo marcante de Canisso, e com ele o espírito hardcore e divertido dos Raimundos. A banda, que foi um dos maiores sucessos da história recente do rock brasileiro, surgiu a partir de uma brincadeira de amigos que costumavam tocar covers de suas bandas favoritas – entre elas Dead Kennedys e Ramones – e versões punk das músicas do sanfoneiro Zenilton, de quem gostavam muito por causa das sacanagens contidas em suas letras. E pra completar, a banda fecha com toda a energia do baterista Jean Dolabella, a mais recente aquisição do Sepultura. Baterista desde os 10 anos de idade, Jean graduou-se na Los Angeles Music Academy e já trabalhou com os produtores Matt Wallace (Faith no More e Maroon 5) e Thom Russo (Audioslave, System of a Down e Michael Jackson), além de participar da US Tour com Jerry Cantrel (Alice in Chains). Em 2 anos com o Sepultura, já conquistou fãs e a imprensa do mundo todo com suas performances agressivas durante a turnê Dante XXI, e atualmente está em estúdio gravando o próximo álbum da banda”.

fonte

Esse deve ter chegado ao fundo do poço, literalmente, mesmo á sombra de sua ex-banda.

Na edição 22 da edição brasileira da revista Rolling Stone, foi revelado o nome da banda de Paul Di’Anno, Canisso, Marcão e Jean Dolabella: ROCKFELLAS.

O nome foi escolhido mediante votação realizada no MySpace.

fonte
“ROCKFELLAS”? isso já
“ecziste”! Se bem que alguém sabe o que diabos é “ROCKFELLAS” :P

Eles até se apresentaram em BH, no mês passado, com os clássicos do Rock’n Roll (parte deles usados exaustivamente no Guitar Hero):

“CANISSOW, RAYMUNDUS…”

Só nos resta saber até quando essa empreitada irá durar, no entanto, só tenho a dizer que isso que é “nascer de novo”…





Show do Vanguart no Hocus Pocus: err… cadê eles?!

19 08 2008

Ahá, finalmente venho falar de alguma coisa relacionada a um show que fui, só que dessa vez fui com mais gente, e claro, me diverti bem mais do que das outras vezes até agora!

No sábado passado (16/08), soube que no Hocus Pocus (o único “moquifo” alternativo de São José dos Campos – SP) ia ter Vanguart, uma banda alternativa de folk rock, de Cuiabá/MT, a qual gostei na primeira pela música Semáforo:

Meu sábado também foi metrossexual, o qual fiz limpeza de pele e cortei meu cabelo. Eu falei pro meu cabeleireiro fazer igual a ao do Liam Gallagher do Oasis, mas preferi manter o boné na cabeça no show após ver q ficou curto demais >.<.

E finalmente chego no Hocus Pocus cedo, tipo umas 9h40, ainda que o show tava marcado para antes das 10h, isto é, as bandas que dariam abririam pra eles. Se fosse só uma banda, o show só começaria ás 1h da manhã! Um tempo depois, achei de surpresa 3 amigos meus, o Thiago, o Vanço (estudou comigo, tava meio sóbrio), o Erms e o André, que conheci na hora rs, e saímos pra beber alguma coisa. Quando voltamos com as garrafas vazias e tacamos as no chão (só digo uma coisa, com o tanto de cacos de vidro lá na calçada do Hocus Pocus, jamais ande descalço por lá, conselho de amigo), encontrei a Ana Lígia e o primo dela, meu chará, e zoamos um pouco: deboch… digo comentamos sobre as vestimentas de alguns indivíduos de lá, comentamos sobre o próximos shows que, se o deus do Rock quiser, iremos rs. Na fila, também tomei uma mistura de Sprite com Smirnoff Ice, a qual senti um gosto gritante de álcool de cozinha! Na hora cuspi, mas nem achei tão ruim assim depois rs


Depois de um tempo, a Ana Lígia e o primo dela foram embora e nós entramos. Para minha surpresa já tinha uma banda tocando e pra variar, Regra de 3, fazendo cover de Beatles razoável.

Depois, entrou uma banda de pop punk chamada Ímpar, a qual zoamos que parecia o Jonas Brothers! Era legal, mas foi cansativo de tantas músicas que tocaram (o baterista deles que o diga, o cara até não queria mais tocar rs). Fecharam com um cover de Foo Fighters a qual me esqueci a música, e não conseguia ouvir a voz do vocalista pelo alto volume daa guitarra e baixo. Nessa parte rolou muita roda punk!!!

Vanguart agora? Nããão… Pedra de Nego! Uma banda com uma temática do candomblé, com um estilo entre o rock e o soul/funk (com grandes influências do Tim Maia), foi o que mais me divertiu no show inteiro. O vocal cantou até sem microfone e demonstrou uma atuação perfeita, e ainda headbanging homérico com seus dreads. Pedra de Nego, é uma banda bem nova pelo o que eu vi, não achei Myspace, Last.fm, e afins. Apenas uns vídeos pelo ussonância no Youtube(o grupo que contrata os artistas pra tocar no hocus). Eu estava lá na frente junto com a galera, e quase fui acertado pelo braço da guitarra do guitarrista, que fazia solos vertiginosos!


Depois do Pedra, as 3h, no intervalo, começou a tocar a Juicebox do Strokes, a qual nos motivou a fazer uma roda pu… ou melhor uma “roda indie”, tanto que quase acabou em briga, quando acertamos a namorada de um cara que levou a sério e deu um soco no André, que ficou tonto e não conseguia nem enxergar na hora.

Ele sumiu e fui procurá-lo, e também perdi todo mundo, assim também como perdi o resto do Vanguart. Eu simplesmente não conseguia mais chegar lá na frente, justamente por causa de um casal de gordos, não é nem por isso, mas gente folgada, cega e surda, a qual eu urrava e nem davam bola. Saí de lá puto, antes de me jogar contra eles e expressar a minha raiva da pior forma!
Eu simplesmente perdi o Erms de vista, ele poderia estar encurralado naquele espaço claustrofóbico da platéia massiva, e fui embora com o resto dos caras. Já era umas 4h30.

Fomos embora á pé. Pensei que havia ter porrada depois por causa do soco que o André tomou, mas nem rolou nada. Era uma madrugada vazia, onde eu só via mendigos, pessoas que acordam cedíssimo pra viajar, e carros voltando de baladas gritando pra qualquer um que via na rua circulavam perante semáforos que trocavam de cores sem nenhuma intenção de regular o trânsito… nada de ônibus, zumbis, lobisomens, vampiros, como nossos pais nos botam medo pela cabeça (traduzindo: marginais, estupradores, blitz…).

Até o supermercado que funcionava 24hrs não estava funfando, foi uma caminhada a lá Forest Gump, onde cheguei em casa só 6h, tomei café e caí na cama…

Só fui saber hoje que o Erms, ficou no show e ganhou uma baqueta autografada no camarim! Bom, da próxima eu fico, mas só se for um show de uma banda só!

E isso é tudo pessoal!





Hives e mais vindo pra cá!

28 06 2008

É incrível como tantas bandas gringas que nunca pisaram, ou passaram só de fininho aqui antes, estão chovendo pra cá nesse ano! É o caso de My Chemical Romance, Interpol (único que eu fui), Sonata Arctica, Dream Theater, Iron Maiden (Bruce Dickinson é mais tiozão que metaleiro), God Save the Queen (melhor cover de Queen), e entre alguns outros vieram e deixaram boas impressões em suas apresentações por aqui.

Agora em Julho os que mais me chamaram atenção foram os anúncios pros shows do:

MOTOMIX

Hoje, 28 de junho, com Metric, The Go! Team, Fujiya & Miyagi, Nancy, no Parque Ibirapuera
Entrada franca (sei lá… de graça, pode dar mulambeiro rs)

Echo and Bunnymen
Agora 2 de julho (quarta), no Kiss Rock Festival, junto com TSOL, Gene Loves Jesebel e Nazi (ex-vocal do Ira!), no Via Funchal

Muse
28 de Julho (segunda), também no HSBC-Brasil em São Paulo…

Infelizmente, nesses eu não vou poder ir pelo fato de ser durante semana. O que será que passa na cabeça desses promotores de eventos para anunciarem no começo ou no meio da semana? Que falta de bom-senso ¬¬

Mas, minhas esperanças de ir em mais um show decente nesse ano voltaram a brilhar quando vi que vai ter Hives (finalmente) e Kaiser Chiefs, nos seguites eventos:

Festival Orloff Five
6 de setembro (sábado), no Via Funchal – São Paulo
Com Melvins, Hives, Vanguart (folk rock brasileiro), Plasticines
Ingressos: a partir de 100 reais (ainda mais barato comparando ao Interpol)

Festival Planeta Terra
8 de novembro (sábado), no Villa dos Galpões – São Paulo
Bloc Party, Kaiser Chiefs, Spoon, Rancouteurs (sim aquela do Jack White), Jesus and Mary Chain e Mallu Magalhães (a nova onda rs)
Ainda não definiram os preços.

Depois eu passo mais detalhes sobre esses shows, com certeza, eu irei nesses dois últimos ^^





VOCÊ NÃO SABE O QUE PERDEU

13 04 2008

Aeee galera do róquiii!!!

Ontem(11/4) teve o show do Cachorro Grande aqui em São José dos Campos, no lugar mais apertado de todos, o Hocus Pocus. Vamos direto a história:

Depois de perder os show do Moptop e da Mallu Magalhães aqui, por falta de companhia, eu finalmente havia conseguido chamar um amigo pra ir semana passada, até compramos ingressos. Infelizmente, ele me avisou quinta a noite que não iria mais (mesmo com o ingresso que ele mesmo comprou, que desperdício) e mais uma vez fico naquela aflição de não poder ir num show foda por falta de companhia.

Ontem a tarde uma amiga que conheci no show do Interpol no mês passado me chamou pra ir com ela e os amigos dela no show as 22h (horário de início), pronto, já levantei minha auto estima.

Cheguei lá no Hocus Pocus umas 21h30, e nem sinal da mina, sentei na calçada entediado, até que um carinha estava do meu lado do mesmo jeito. Larguei a timidez de lado e puxei assunto com ele, pronto, fiz um amigo e consegui uma companhia ^^.

Deu 22h e entramos na casa, ainda não tinha muita gente, o lugar era pequeno, ainda mais o auditório que também era muito abafado (junta o calor humano + fumaça de cigarro = aquecimento global instantâneo XD), e enquanto a banda não entrava, tocava rock alternativo que tanto gosto (Franz, Arctic Monkeys, Strokes, Bloc Party, Interpol, Editors, Juliette and the Links, The Cure, entreoutros).

Pra vc ter noção, foram 3h de espera pro Cachorro Grande entrar no palco, só não peguei no sono por causa de um redbull o qual tive que arriscar minha carteira. Fora isso, até o Vanguarda Mix, um programa jovem da TV Vanguarda aqui do Vale do Paraiba entrevistou e tentou animar a galera. Acho que até apareci fazendo chifrinho no entrevistador mala (um mala fazendo chifrinho no outro… nonsense).

Depois de tanta espera, finalmente a Beto Bruno no vocal e seus comparsas com o resto da instrumentagem, todos com suas latinhas de cerveja entram pra tocar. Começam com as músicas mais famosas (incluindo as do novo CD) como Desentoa, Bom Brasileiro e a famosa Deixa Fuder!

Meu sono passou com a pulação e mais algumas músicas do novo cd e do penúltimo (Pista Livre), e até perdi a conta de quantas pessoas eu pisei no pé, teve até empurra-empurra, e eu entrei na roda. Pra terminar tocaram 2 do primeiro de 98(eu acho) as quais não conhecia, e um encore com a “Você não sabe o que perdeu”!

E outra, soube que poderá ter Franz Ferdinand no Brasil ainda esse ano por esse site.
Eu irei nem que me amarrem, me ponham num caixão e me joguem num barranco.

Por último, fiz um desenho em um momento de tédio profundo enquanto não tinha nada pra fazer no meu serviço (serviu também pra treinar um pouco de photoshop):
Deviant ARt
(Clique na imagem para vê-la em tamanho real)





Show do Interpol: Frio eu?!

13 03 2008

Foi anteontem o show, mas só pude entrar hoje aqui no wordpress.

Fui com mais dois amigos pra São Paulo assistir o show do Interpol, na Via Funchal no dia 11/3 (terça). Tomamos um ônibus daqui de São José dos Campos a São Paulo ás 14h, que pelo trânsito lento demorou quase 2 horas pra chegar até a capital. De lá, minha amiga Ana tinha uma rota de metrôs anotada pra chegar fácil a Vila Olímpia.

Primeiro pegamos o que vai até a praça da Sé, de lá outro para Barra Funda até a Presidente Altino, onde quase erramos de metrô. Aí tomamos um em direção a Osasco, onde no último ponto pegamos o que vai para V. Olímpia. Bem quando chegamos a estação desejada, fomos atropelados por uma avalanche de gente que entrou no vagão, isto é, hora do rush (17h), o que nos fez descer só na próxima estação. Depois, deu tudo certo, quando retornamos a V. Olímpia com um metrô que fazia o sentido contrário. Apesar da hora do rush, aprecio metrôs!

Quando chegamos lá, 18h, já tinha um pouco de fila para entrar (a casa abria 19h30) e entramos nela. Naquela hora, comprei uma camiseta do Interpol por 20 de um cambista e deu fome, e deixamos o Erms guardando a fila e fomos comprar alguma coisa pra comer. Chegando lá, começou a chover do nada, e resolvemos comer alguma coisa lá mesmo até a chuva parar de cair. Nossa, por falta de opção, peguei um risole tão gorduroso e quente, que parecia mais um bolovo! Parei de comê-lo antes da metade de tanta gordura!

Uns minutos depois, a chuva reduziu e armei meu guarda-chuva pra voltar a fila, e voltamos com um salgado e uma coca pro Erms. Chegando lá, a fila já havia entrado e fomos direto pra Via Funchal. Na entrada, o segurança não me permitiu entrar com o lanche, mas foi legal e me deixou guardar os guarda-chuvas (o meu e da minha amiga) na minha bolsa. Lá, até pensei em deixar minha tralha na chapelaria, mas mudei de idéia e subimos direto para o auditório.

O lugar era bem amplo e bonito, ainda tinha pouca gente concentrada lá na frente do palco, tinha também umas minas fumando um baseado! Enquanto o show não começava, saí a procura do Erms, enquanto a Ana esperava ali perto, e só o achei depois de quase uma hora (ele ainda estava com o cel desligado, e eu estava puto) no meio do aglomerado de gente envolto perto do palco, ele não conseguia sair de lá, aí deixei ele lá msm e fui ficar com minha amiga.

A parte do auditório que me pareceu mais entediada foi o mezanino, que de aonde eu estava visão de lá parecia não muito boa. Ainda bem que comprei pra pista, ainda bem que não estou no lugar deles heehhe!

Após um energético caríssimo pra espantar o sono(R$ 12, tinha gosto de tubaína), e achar e bater um papo com uma conhecida minha que chegou lá ás 8h da manhã, o show começou! Para abrir o show, veio, nada mais nada menos, que Cachorro Grande, a banda de rock brasileira que mais gosto, começando no maior pique. Mas mesmo assim nem pulei muito, para guardar energia pro Interpol. Deu pra tirar umas fotos legais, ainda que o salão não estava tão escuro.

Depois desse bom começo, lá pra umas 22h e pouco, deram um tempo pra trocar os instrumentos, e nos encontramos com o primo da Ana, também chará meu, muito gente fina e ficamos trocando umas idéias.

Aí então o show de verdade começa! Com luzes negras (motivo para minhas fotos sairem meio desfocadas ¬¬) e a imagem da capa do novo cd deles no telão de fundo, a banda entra. A primeira coisa de diferente que notei neles, foi a mecha loira no topete do baixista Carlos Dengler (homenagem ao chimbinha, hahahha), o baterista Sam Fogarino, que parecia mais bombado (não é a toa que sempre a cara do Van Damme) o tecladista, que não conhecia antes e não sei o nome (parecia mais o Santos Dummont!).

Começaram com a Pioneer To The Falls, a primeira do novo CD, um começo perfeito, e depois foram para as mais agitadas como Evil, NARC, Say Hello tho the Angels(minha favorita), Obstacle 2(mas não tocaram a Obstacle 1), Mammoth. A platéia estava agitada comparada a suposta “frieza” dos integrantes do Interpol, mas eu não achei eles tão frios assim, principalmente o Carlos, que mandou muito bem no baixo e até fez algumas manobras (bem na hora que não pude filmar) e o Daniel Kessler (guitarra), o mais animado dos três (da onde eu estava, mal conseguia vê-lo…).

A única música que deixou o povo morno foi a Lighthouse, a última e mais depressiva do novo cd, que felizmente não era a última do setlist do show (é, foi boa pra descansar um pouco de tanto pular e gritar). Aí o pique voltou com a Heirich Manuever, Stella was a Diver, No I in Threesome e pra terminar a PDA.

Após o show, Paul Banks falou “uau”, agradeceu a presença dos fãs e até mandou beijos pra todos (discretamente)! Não houve encore, mas devo adimitir que os caras são muito melhores ao vivo, independente se eles são “frios” ou não! Frieza também é uma característica crucial da Polícia Internacional, qualquer semelhança é mera coincidência!

Depois do show, ás 0h30, eu e a Ana demoramos pra achar o Erms e fomos embora. O ruim é que ela tinha carona, e ainda não tinha espaço pra eu e o Erms… Tivemos que, sem opção, pagar um taxi (caro! R$ 50) até a rodoviária. Esperamos lá até as 5h da manhã pra ter ônibus pra São José. Ficamos enrolando até lá, e não caí de sono ainda!

Como hoje já é 13/3, e tem Interpol no Rio, aconselho a quem mora em Belo Horizonte a ir no show, no dia 15/3, mas só não gastem suas energias com a banda de abertura ok?

Acredito que depois desses shows, o Interpol venha a tocar nas rádios. Más línguas falam que bandas boas quando ficam famosas viram um lixo com a fama. Eu não penso assim, bandas e cantores ruins conseguiram sucesso graças as suas produções ruins e grudentas nas últimas décadas, tomando o lugar de outras melhores, pelo fato de serem grudentas.

Mas Interpol faz parte de uma nova geração de bandas interessantes que podem virar “pop” sem perder a jinga. Melhor isso, do que se manter ou entrar para a obscuridade e acabar do nada, como tantas bandas legais do passado.

Fala sério, sem ofensas, mas nunca havia visto tantos indies em um lugar só!

Um trecho da Pioneer to the Falls e Not Even Jail





Cachorro Grande abre pro Interpol em SP!

5 03 2008

Vi hoje no site da banda de rock brasileira, Cachorro Grande, vai abrir o show pro Interpol dia 11/3 na Via Funchal. Já apostava neles para abrir, ainda que sou fã, já que em Minas me espantei quando ouvi falar que uma banda chamada Tianastácia ia abrir pra eles lá (não é por nada, mas o estilo deles não tem muito a ver com Interpol).

Cachorro Grande

Pra quem ainda não conhece Cachorro Grande, é uma banda gaúcha formada em 99, por:
Beto Bruno (voz), Marcelo Gross (guitarra), Jerônimo Bocudo (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (piano), em Porto Alegre, RS.Suas músicas têm influências desde o pop-rock nacional ao britpop, com letras românticas e de protesto (as que mais me atraem).

Álbuns da banda:

Cachorro Grande – 2001
As Próximas Horas Serão Muito Boas – 2004
Pista Livre – 2005
Todos Os Tempos – 2007.

    Pelo som que eles fazem, a abertura promete (mas claro que não vai me tirar a atenção do Interpol!)

    Site oficial
    Myspace

    Vai ser um show e tanto!





    Show do Interpol em SP

    4 03 2008

    Isso!

    Vai ter show da banda americana Interpol em Sampa!

    Local: Via Funchal – São Paulo/SP
    Data e horário: 11/3 ás 21h30
    Preço: R$ 100 (pista)
    Local: Fundição Progresso – Rio de Janeiro/RJ
    Data: 13/3
    Preço: R$ 100

    Local: Chevrolet Hall – Belo Horizonte/MG
    Data e horário: 15/3 ás 22h00
    Preço: R$ 100

    E algum de vcs me pergunta: “Interpol? Q iço? Puliça?”. Errado, é uma banda de indie rock americana, nascida em 98, com influências fortes do new wave e pós-punk (mesmo sem rótulos óbvios, as más línguas insistem em compará-lo com o Joy Division), com tons mais sérios e discretos, e letras um tanto reflexivas.
    Apesar de ser uma banda que passa meio que despercebida do pop, ela foi bastante elogiada pela mídia especializada (principalmente a européia), onde após alguns EPs, fizeram contrato com a gravadora Matador em 2002, e lançaram o seu primeiro álbum, Turn On The Bright Lights no mesmo ano.

    Dois anos depois veio o Antics (meu favorito!) e em 2007, assinaram um contrato com uma gravadora mais poderosa, a Capitol Records, e lançaram o Our Love to Admire, o qual será o anfitrião desse show de SP.

    Pelo o que vi até agora na comunidade do Interpol no orkut, até agora os ingressos pra pista estão sobrando, e ainda não achei nenhuma van ou caravana pro show aqui na minha cidade (já que a maior parte dos interessados desistiu aqui). Qualquer agência de turismo e rádio que eu ligava, só falava: “Só tem pro show do Iron Maiden”. Não gosto de metal pesado, mas posso adimitir que eles são hype!

    Mesmo assim eu garanto que vai ser um ótimo show, porque o preço é bem favorável, o local é legal, os caras são ótimos ao vivo!

    Myspace da banda
    Site da turnê no Brasil

    Possível setlist(baseada no show de 21/2 em Sydney, Austrália):

    Pioneer to the falls
    Obstacle 1
    C’Mere
    NARC
    Pace is the trick
    Say hello to the Angels
    Hands Away
    Mammoth
    No i in Threesome
    slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Maneuver
    Not Even Jail
    Untitled / NYC
    Stella was a drive and she was always down
    PDA